Passagem do Pensamento Mítico para Racional

  1. Introdução
    O presente trabalho recomendado pela docência, da disciplina de Filosofia, visa falar sobre a Passagem do Pensamento Mítico para Racional. Sabe-se que historicamente, a filosofia, tal como a conhecemos, inicia com Tales de Mileto . Tales foi o primeiro dos filósofos pré-socráticos, aqueles que buscavam explicar todas as coisas através de um ou poucos princípios.
    Ao apresentarem explicações fundamentadas em princípios para o comportamento da natureza, os pré-socráticos chegam ao que pode ser considerado uma importante diferença em relação ao pensamento mítico. Nas explicações míticas, o explicador é tão desconhecido quanto a coisa explicada. Por exemplo, se a causa de uma doença é a ira divina, explicar a doença pela ira divina não nos ajuda muito a entender porque há doença. As explicações por princípios definidos e observáveis por todos os que tem razão (e não apenas por sacerdotes, como ocorre no pensamento mítico), tais como as apresentadas pelos pré-socráticos, permitem que apresentemos explicadores que de fato aumentam a compreensão sobre aquilo que é explicado.
    Talvez seja na diferença em relação ao pensamento mítico que vejamos como a filosofia de origem europeia, na sua meta de buscar explicadores menos misteriosos do que as coisas explicadas, tenha levado ao desenvolvimento da ciência contemporânea. Desde o início, isto é, desde os pré-socráticos vemos a semente da meta cartesiana de controlar a natureza.
    De tal forma destacar a estrutura dados sobre os filósofos Naturalistas e as disciplinas da Filosofia, é muito importante e que merece uma atenção consiza.
    O presente trabalho está desta forma organizada, começando na parte introdutória, o desenvolvimento do conteúdo, e assim sendo a conclusão e bibliografias consultadas.

1.1 Passagem do Pensamento Mítico para o Racional
Um dos modos talvez mais simples e menos polêmicos de se caracterizar a filosofia é através de sua historia, forma de pensamento que nasce na Grécia antiga, por volta do século VI a.C., se afirmamos que o conhecimento científico, de cuja tradição somos herdeiros, surge na Grécia por volta do século VI a.C., nosso primeiro passo deverá ser procurar entender porque se considera que esse novo tipo de pensamento aparece aí pela primeira vez e o que significa essa “ciência” cujo surgimento coincide com a emergência do pensamento filosófico.
O pensamento filosófico – científico surge na Grécia, caracterizado como uma forma especifica de o homem tentar entender o mundo que o cerca, isto não quer dizer que anteriormente não houvesse também outras formas de se entender essa realidade. É precisamente a especificidade do pensamento filosófico-científico que tentar-se-a explicitar aqui, contrastando-o com o pensamento mítico que lhe antecede na cultura grega. Procuraremos destacar as características de uma e de outra forma de explicação do real.
O pensamento mítico – consiste em uma forma pela qual um povo explica aspectos essenciais da realidade em que vive, a origem do mundo, o funcionamento da natureza e dos processos naturais e as origens deste povo deste povo, bem como seus valores básicos. O mito caracteriza-se, sobretudo pelo modo como estas explicações são dadas, ou seja, pelo tipo de discurso que constitui. O próprio termo grego mythos significa um tipo bastante especial de discurso, o discurso fictício ou imaginário, sendo por vezes até mesmo sinônimo de “mentira”.
Por ser parte de uma tradição cultural, o mito configura assim a própria visão de mundo dos indivíduos, a sua maneira mesmo de vivencia esta realidade. Nesse sentido, o pensamento mítico pressupõe a adesão, aceitação dos indivíduos, na medida em que constitui as formas de sua experiência do real. O mito não se justifica, não se fundamenta, portanto, nem se presta ao questionamento, à crítica ou à correção. Não há discussão do mito porque ele constitui a própria visão do mundo dos indivíduos pertencentes a uma determinada sociedade, tendo, portanto um caráter global que exclui outras perspectivas a partir das quais ele poderia ser discutido. Um dos elementos centrais do pensamento mítico e de sua forma de explicar a realidade é o apelo ao sobrenatural, ao mistério, ao sagrado, à magia. As causas dos fenômenos naturais, aquilo que acontece aos homens, tudo é governado por uma realidade exterior ao mundo humano e natural, superior, misteriosa, divina, a qual só os sacerdotes, os magos, os iniciados, são capazes de interpretar, ainda que apenas parcialmente.
É Aristóteles que afirma ser Tales de Mileto, no séc. VI a.C., o iniciador do pensamento filosófico-científico. Podemos considerar que este pensamento nasce basicamente de uma insatisfação como o tipo de explicação do real que encontramos no pensamento mítico. De fato, desse ponto de vista, o pensamento mítico tem uma característica até certo ponto paradoxal. Se, por um lado, pretende fornecer uma explicação da realidade, por outro lado, recorre nessa explicação ao mistério e ao sobrenatural, ou seja, exatamente àquilo que não se pode explicar, que não se pode compreender por estar fora do plano da compreensão humana.
É nesse sentido que a tentativa dos primeiros filósofos será de buscar uma explicação do mundo natural (a physis, daí o nosso termo “física”) baseada essencialmente em causas naturais. A chave de explicação do mundo de nossa experiência estaria então, para esses pensadores. No próprio mundo, e não fora dele, em alguma realidade misteriosa e inacessível.

1.1.1. O Pensamento Racional (Filosófico)
O pensamento filosófico-científico representa assim uma ruptura bastante radical com o pensamento mítico, enquanto forma de explicar a realidade. Entretanto, se o pensamento filosófico-científico surge por volta do séc. VI a.C., essa ruptura com o pensamento mítico não se dá de forma completa e imediata. Ou seja, o surgimento desse novo tipo de explicação não significa o desaparecimento por completo do mito, do qual delas sobrevivem muitos elementos mesmo em nossa sociedade contemporânea, em nossas crenças, superstições, fantasias, etc., isto é, em nosso imaginário. O mito sobrevive ainda que vá progressivamente mudando de função, passando a ser antes parte da tradição cultural do provo grego do que a forma básica de explicação da realidade. É claro que essa mudança de papel do pensamento mítico, bem como a perda de seu poder explicativo resultam de um longo período de transição e de transformação da própria sociedade grega, que tornam possível o surgimento do pensamento filosófico-científico no séc. VI a.C. O pensamento mítico, com seu apelo ao sobrenatural e aos mistérios, vai assim deixando de satisfazer as necessidades da nova organização social, mais preocupada com a realidade concreta, com a actividade política mais intensa e com as trocas comerciais. É nesse contexto que o pensamento filosófico-científico encontrará as condições favoráveis para seu nascimento. O caráter global, absoluto, da explicação mítica teria se enfraquecido no confronto entre os diferentes mitos e tradições, revelando-se assim sua origem cultura: o fato de que cada povo tem sua forma de ver o mundo, suas tradições e seus valores. Ao mesmo tempo, em uma sociedade dedicada as praticas comerciais e aos interesses pragmáticos, as tradições míticas e religiosas vão perdendo progressivamente sua importância. Esta é uma hipótese que parece razoável, de um ponto de vista histórico e sociológico, e mesmo geográfico e econômico, para a explicação do surgimento do tipo de pensamento inaugurado por Tales e pela chamada Escola de Mileto, naquele momento e naquele contexto.

1.2. Filósofos Naturalistas
O Naturalismo, propriamente dito, é uma doutrina filosófica que relaciona os métodos científicos (hipótese, observação, descrição, previsão, controle) afirmando que todos os seres do nosso universo são naturais e que todo o conhecimento que se tem sobre o universo só é possível com investigações científicas. O naturalismo é, “em oposição ao sobrenatural ou espiritual, a ideia ou crença de que apenas as leis e as forças naturais operam no mundo; em extensão, a ideia ou crença de que não existe nada além do mundo natural”. Eles acreditam em um ou mais deuses transcendentes ao natural, geralmente criador (es) da natureza. Os naturalistas defendiam a natureza, as transformações que o mundo passava, o efêmero.
Exemplos: Tales defendia o princípio da água, Heráclito o fogo. Eles condenavam a degradação da natureza e do ser humano.
Os filósofos naturais são aqueles que analisam questões relacionadas à natureza, como de onde ou como surge o mundo. Esses filósofos romperam com a visão mítica e religiosa da natureza que prevalecia na época, adotando, desde então, uma forma científica de pensar. Dentre os filósofos naturalistas encontram-se; Tales, Anaxímenes, Anaximandro, e Heráclito.

1.2.1. Tales de Mileto (640-548 a.C.)
Tales – Tales de Mileto (640-548 a.C.) – É considerado filosofia grega”. Para ele a água. É considerado “o pai da serie o elemento) de tudo o que existe. Atribui-se a Tales a demonstração do primeiro teorema de geométria (embora o estudo sistemático desta ciência tenha realmente começado na escola de Pitágoras, no séc. VI a.C.).
é o pensador ao qual é atribuído o começo da filosofia grega. Ele viveu em Mileto, na Jônia, provavelmente nas ultimas décadas do século VII e na primeira metade do século VI a. C. Ele foi o que iniciou a filosofia da Physis, pois foi o primeiro a afirmar a existência de um princípio originário único (Arché), causa de todas as coisas que existem (no caso, a água). Tales de Mileto afirmava que existe um princípio que era a fonte e a origem, a foz ou termo último e o sustentáculo permanente de todas as coisas. Esse princípio seria a água, visto que onde há vida, há presença do elemento.

1.2.2. Anaximandro de Mileto (610547 a.C.)
Anaximandro, seria apeiron 547 a.C. “o princípio gerador de todas as coisas, segundo Anaximandro, seria o (ilimitado/indeterminado/que não tem limite/ infinito). A ordem do mundo virtude deste princípio. Assim, o original de todos os seres, tanto de seu quanto de sua dissolução. Anaximandro foi discípulo de Tales de Mileto. O filósofo procurou buscar o elemento fundamental de todas as coisas, denominando de ápeiron (o infinito e o indeterminado), que representaria a massa geradora da vida e do universo.

1.2.3. Anaxímenes de Mileto (585 a.C. – 528 a.C.)
Anaxímenes de Mileto (588 pensador, o elemento gerador de tudo é rarefação e da condensação, o ar forma tudo o que existe. Segundo este pensador, o elemento gerador de tudo é o ar. Anaxímenes de Mileto foi discípulo de Anaximandro. Assim como o seu mestre discordou de Tales quanto ao arché da natureza, Anaxímenes também o fez. Após seus estudos com seu professor e a incansável observação da natureza como maneira de tentar buscar uma possível origem para o universo, o filósofo concordou com a parte da teoria de Anaximandro que diz que o princípio de tudo seria algo infinito, mas discordou quanto à definição. O princípio de tudo seria, então, um elemento infinito, porém definido: o ar.
O filósofo compreendeu o ar como uma substância que permeia todos os corpos e objetos da natureza. As características de cada ser variariam, então, de acordo com a quantidade (maior ou menor) de ar que eles contivessem. O universo seria compreendido, nessa concepção, como um grande ser vivo que abriga todos os outros seres, vivos ou não vivos, sendo o ar o elemento em comum entre todos eles e a composição da alma dos seres vivos.

1.2.4. Heráclito de Éfeso (VI-V a.C)
Heráclito de Éfeso, é conhecido como o filósofo do devir da mudança. De acordo com Heráclito, o logos (razão, inteligência, discurso e pensamento) governa todas as coisas e está associado ao fogo. Heráclito – tinha interpretações contraditórias a respeito do surgimento das coisas. Heráclito observa que as coisas estão em constante movimento, tudo na natureza se transforma. Parmênides defende a teoria que o ser é imóvel e imutável, que vive em um eterno presente, já que o passado é aquilo que não é mais e o futuro é aquilo que ainda não é. Esse afirma essa teoria com a seguinte frase “O ser é e não é.”.

1.3. Disciplinas da Filosofia
Antropologia Filosófica – Investiga a natureza humana e a relação desta com as sociedades e as culturas.
Ética (ou filosofia moral) – Estuda problemas relacionados com o modo como devemos viver e com o que devemos valorizar. A ética abrange três áreas ou subdisciplinas distintas: a metaética, a ética normativa e a ética aplicada. A metaética estuda problemas mais abstractos, relacionados com a natureza da própria ética; a ética normativa estuda diferentes sistemas éticos; e a ética aplicada estuda problemas práticos, como o aborto ou a eutanásia.
Lógica – Estuda e sistematiza a argumentação válida.
Filosofia da Ciência (ou Epistemologia) – Estuda aspectos epistemológicos, metafísicos e lógicos das ciências em geral, incluindo as ciências da natureza e as ciências humanas. A filosofia das ciências tem dado origem a várias subdisciplinas especializadas: filosofia da biologia, filosofia da física, filosofia das ciências humanas e filosofia da história.
Metafísica e ontologia – A metafísica estuda problemas relacionados com os aspectos mais gerais da estrutura da realidade. A ontologia é a parte da metafísica que estuda a existência ou o que há.

1.4. História da Filosofia Antiga
A filosofia antiga é o período que corresponde ao seu surgimento, no século VI A.C. e à queda do Império Romano. Essa época é chamada assim porque os pensadores gregos começaram a questionar sobre a racionalidade humana e tentaram encontrar explicações para entender a sua própria natureza. Para facilitar, será feito um breve resumo da filosofia antiga.
Para os gregos, a palavra filosofia possuía um significado bastante intenso: era caracterizada pela constante busca da sabedoria. O saber era considerado um dom possuído apenas pelos deuses e cabia aos humanos tentar encontrá-lo, entendê-lo e compartilhá-lo.
O termo filosofia é de origem grega e significa “amor ao saber”, ou seja, a busca pela sabedoria. De tal modo que, durante a transição do pensamento mítico para o racional, os filósofos acreditavam conseguir transmitir a mensagem dos deuses. Os deuses e as entidades mitológicas serviam de inspiração para a filosofia nascente.
Por esse motivo, no início, a filosofia estava intimamente relacionada com a religião: mitos, crenças, etc. Assim, o pensamento mítico foi dando lugar ao pensamento racional, ou ainda, do mito ao logos.

1.4.1. Períodos da Filosofia
A filosofia está dividida didaticamente em 4 períodos:
Filosofia Antiga; Filosofia Medieval
Filosofia Moderna; Contemporânea e Filosofia Grega
A filosofia grega está dividida em três períodos:
Período Pré-socrático (séculos VII a V a.C.): corresponde ao período dos primeiros filósofos gregos que viveram antes de Sócrates. Os temas estão centrados na natureza, do qual se destaca o filósofo grego Tales de Mileto.
Período Socrático (séculos V a IV a.C.): também chamado de período clássico, nesse momento surge a democracia na Grécia Antiga. Seu maior representante foi o filósofo grego Sócrates que começa a pensar sobre o ser humano . Além dele, merecem destaque: Aristóteles e Platão.
Período Helenístico (séculos IV a.C. a VI d.C.): Além de temas relacionados com a natureza e o homem, nessa fase os estudos estão voltados para a realização humana por meio das virtudes e da busca da felicidade.

1.4.2. Contexto Histórico do Surgimento da Filosofia
A filosofia antiga surge com a substituição do saber mítico ao da razão e isso ocorreu com o surgimento da polis grega (cidade-estado). Essa nova organização grega, foi fundamental para a desmistificação do mundo através da razão e, com isso, as reflexões dos filósofos. Mais tarde, as discussões que ocorriam em praça pública juntamente com o poder da palavra e da razão (logos) levaram a criação da democracia.
É nesse contexto que surge a filosofia. A investigação sobre a natureza fez com que os filósofos produzissem conhecimento. Inicialmente, a filosofia era uma cosmologia, um estudo sobre o cosmo (universo) tendo como base a razão ( lógos). Essa perspectiva de pensamento se contrasta com a anterior, que era compreendida como uma cosmogonia, explicação do cosmo a partir das relações que fizeram nascer (gonos ) as coisas. A mesma distinção ocorre entre a teologia (estudo sobre os deuses) e a teogonia (histórias sobre o nascimento dos deuses).

  1. Conclusão
    Ao realizar o trabalho com tanto que aprendi fui-me concluir assim que; a filosofia não é somente o saber, também o amor da sabedoria, visto que com a vontade de saber mais, mais se aprende, pois é de meira importancia saber que muitas vezes conhecido como “milagre grego”, o surgimento da filosofia não dependeu de um milagre. Foram uma série de fatores que conduziram à relativização do pensamento, à descrença (desmitificação) e à busca de melhores explicações sobre a realidade.
    Porém, é possível verificar uma enorme contribuição da sofística ao próprio pensamento e desenvolvimento das idéias de Sócrates, principalmente no aspecto metodológico com a contribuição da dialética e também no aspecto da quebra dos preconceitos próprios dos gregos. A filosofia antiga é o período que corresponde ao seu surgimento, no século VI A.C. e à queda do Império Romano. Essa época é chamada assim porque os pensadores gregos começaram a questionar sobre a racionalidade humana e tentaram encontrar explicações para entender a sua própria natureza. Para facilitar, será feito um breve resumo da filosofia antiga.
    Para os gregos, a palavra filosofia possuía um significado bastante intenso: era caracterizada pela constante busca da sabedoria. O saber era considerado um dom possuído apenas pelos deuses e cabia aos humanos tentar encontrá-lo, entendê-lo e compartilhá-lo.

Bibliografia
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. 5.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
ARISTÓTELES. Física I e II. Prefácio, tradução, introdução e comentários, Lucas Angioni. Campinas, SP: Ed. Unicamp, 2009.
AUBENQUE, Pierre. “Aristóteles”, Dicionário dos Filósofos, dir. Denis Huisman, trad. C. Berliner, São Paulo: Martins Fontes, 2001. (pp.61-72)
CASTRO, Suzana de. Três formulações do objeto da Metafísica de Aristóteles. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008.
ANDREETA, José Pedro. Quem se atreve a ter certeza? : a realidade quântica e a filosofia. 1. ed. São Paulo: Mercuryo, 2004.
BÍBLIA DE JERUSALÉM. Estudo da Filosofia Antiga, São Paulo: Edições Paulinas , 1985.
BLACKBURN, Simon. Dicionário Oxford de Filosofia. 1. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1997.
BROCKELMAN, Paul. Cosmologia e criação: a importância espiritual da cosmologia contemporânea. 1.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2001.
CHÂTELET, François. Uma história da razão: entrevista com Émile Noel. 1.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005.
WWW.Wikipédia.Filosofosnaturalistas.com

Os Ramos das Tecnologias de Informação e Comunicação

Introdução
No presente trabalho recomendado pela docência tem como objectivo de estudo o seguinte tema; Falar dos ramos das Tecnologias de Informação e Comunicação. Por tanto, sabe-se que alguns estudiosos já atestaram que as novas tecnologias surgiram no sentido de aprimorar o conhecimento, tornando-o mais rápido e dinâmico. Contudo, faz-se necessário repensar sobre quais são as mais adequadas e como o uso delas favoreceriam efetivamente o ensino e a aprendizagem de estudantes com deficiência sem se tornar entretenimento ou apenas mais uma forma de modificar a prática docente atingindo significativamente os objetivos propostos.
A Internet é uma das novas tecnologias que vem crescendo e se tornando uma importante fonte de informação, notícia, comércio, serviços, lazer e educação, além de proporcionar novas formas de interação através de suas ferramentas de comunicação. Segundo Santarosa (2000), com a Internet ampliam-se, também, as possibilidades de educação a distância, não somente pelo acesso ao saber e à informação, mas, principalmente, porque potencializa a criação de alternativas metodológicas de intervenção pedagógica, abrindo-se um espaço de oportunidades, essencialmente para as pessoas cujos padrões de aprendizagem não seguem os quadros típicos de desenvolvimento. Para utilizar o computador, os usuários com história de deficiência geralmente utilizam ferramentas e softwares específicos, ferramentas que são conhecidas como tecnologia assistivas.
Dentre elas no que tange ao estudo da Tic’s nestes últimos tempos, tem sido muito importante isto que, ela facilita muto no processo de ensino e aprendizagem no indivíduo. Portanto falar das Tic’s não nos faltam dúvidas que é muito bom e importante, elas ensinam a vida de pesquisa do homem no universo, a facilidade de navegação no mundo.
O Presente trabalho está extruturado de maneira muito perceptível de modo que haja uma compreensão adequada no leitor assim como ouvinte, e propriamente em nós como alunos. O trabalho está de seguinte forma organizada, começando citar a introdução, de seguida o desenvolvimento do conteúdo, e como finalidade a conclusão e Bibliografia.

Os Ramos das Tecnologias de Informação e Comunicação
A ciência da computação é reconhecida por muitos estudiosos como um ramo da engenharia da informação e tem, por sua vez, alguns ramos ou especialidades responsáveis ​​por áreas específicas de informação e como apresentá-la.
Tecnologia da informação e comunicação (TIC) pode ser definida como um conjunto de recursos tecnológicos, utilizados de forma integrada, com um objetivo comum. Os ramos da informática e os mais importantes são; tecnologia da informação, cibernética, robótica, computação, automação de escritório e telemática. De entres esses importarta-nos aprofundar os estudos dos tais.
A tecnologia da informação é a automação dos processos de envio e recebimento de informações. É derivado das informações e palavras automáticas que se referem ao conjunto de tecnologias da informação através do qual um dispositivo pode armazenar informações e compartilhá-las sem intervenção ou com a intervenção de um ser humano. Quanto aos ramos das tecnologias de informação e comunicação encontramos: O computador, Aborática, Robótica, Telemática, Telecomunicação, Controlo e automação.
Informática – Conceito
Informática é um termo usado para descrever o conjunto das ciências relacionadas à coleta, armazenamento, transmissão e processamento de informações em meios digitais, estando incluídas neste grupo: a ciência da computação, os sistemas de informação , a teoria da informação, o processo de cálculo, a análise numérica e os métodos teóricos da representação dos conhecimentos e da modelagem dos problemas. Mas também a informática pode ser entendida como ciência que estuda o conjunto de informações e conhecimentos por meios digitais.
Tecnologia da informação (TI) é o ramo mais importante da computação e refere-se ao uso de qualquer computador, sistema de armazenamento, redes e outros dispositivos mecânicos, meios e métodos para encontrar, resolver, coletar, proteger e trocar todos os tipos e formas de informação electrónica.
A tecnologia da informação contém vários equipamentos físicos, chamados “hardware”. Também inclui ferramentas de virtualização e gerenciamento ou processamento de dados, sistemas operacionais e aplicativos, chamados “software”. Tanto hardware quanto software são usados ​​para executar funções fundamentais, terminais de usuário final, periféricos e software, como laptops, smartphones ou até mesmo equipamentos de gravação, podem ser incluídos no domínio de (TI).
Também pode se referir às arquiteturas, metodologias e regulamentações que governam o uso e armazenamento de dados. As arquiteturas de (TI) evoluíram para incluir virtualização e computação em nuvem, onde os recursos físicos são resumidos e agrupados em diferentes configurações para atender aos requisitos dos aplicativos.
Conceito de Computador
Um computador é um dispositivo eletrônico que se destina a receber e processar dados para a realização de diversas operações . Os computadores são atualmente os dispositivos mais populares e utilizados com a finalidade de realizar as mais diversas atividades tais como o desenvolvimento de conteúdos, comunicar -se com os outros, buscar informações , utilizar diferentes aplicações , e centenas de outras possibilidades.
Tecnicamente , um computador é um conjunto de circuitos e componentes integrados ( entre eles o mais relevante seria o microprocessador ou o cérebro da máquina) que podem executar operações com rapidez, ordem e sistematização em função de uma série de aplicações práticas para o usuário programadas previamente.
Os componentes de um computador são geralmente a CPU ou Unidade Central de Processamento ( contendo todos os elementos operacionais internos , como memória e processador) , monitor, teclado, mouse e outros acessórios como impressora, scanner, webcam, microfone e alto – falantes .
Um exemplo vivo de computação pode ser o mecanismo de pesquisa do Google. A ciência da computação possibilita que uma pessoa que busca determinado termo, conceito ou palavra encontre informações que atendam às suas necessidades.
O Google, através de seus mecanismos de busca, possibilita que a pessoa em frente à tela encontre as informações necessárias em poucos segundos, ao contrário das formas de pesquisa manual que eram usadas antes da era do computador em que elas tinham. do que procurar informações em livros.

A Burotica
Burótica é o ramo das Tecnologias da informática e comunicação que se, ocupa do funcionamento de um escritório, em todas as suas vertentes e em todas as suas capacidades.
Burótica é o conjunto de meios e métodos aplicados às actividades de escritório que tratam informaticamente informações escritas, visuais ou sonoras.
Segundo Rey Magrello oh Hábil define que Burótica é o conjunto de meios e métodos aplicados às actividades de escritório que tratam informaticamente informações escritas, visuais ou sonoras. O termo “burótica” apareceu pela primeira vez em 1976 (como tradução da expressão inglesa “Office automation”), num discurso de Louis Naugès, intitulado “Os sistemas numéricos de informação”. Exemplo de aplicações de Burotica temos; AppleWorks, Corel WordPerfect, IBM/Lotus SmartSuite, Microsoft Office, Sun StarOffice e OpenOffice (“software” livre).
A Burótica é a aplicação de equipamentos informáticos em ambientes de escritório, com vista à realização das tarefas típicas desses ambientes, como a organização de dados, o processamento de texto, a reprodução de documentos, a transmissão e recepção de informação sob diversas formas e a execução de tarefas associadas à Gestão.
A Burótica recorre vulgarmente às redes de computadores e utiliza software apropriado às suas finalidades O objectivo da Burótica é fornecer elementos que simplifiquem, melhorem e automatizem a organização das actividades de uma empresa ou grupo de pessoas (gestão de dados administrativos, sincronização de reuniões, etc).
Já que a organização de uma empresa hoje depende cada vez mais da comunicação, a Burótica não pode significar uma simples tomada de notas manuscritas, mas sim compreender as seguintes actividades:
Troca de informações;
Gestão de documentos administrativos;
Manipulação de dados numéricos;
Planificação e gestão de agenda;
Processamento de texto;
Uma tabela de cálculo;
Instrumento de apresentação (power point);
Uma base de dados e agenda.
Cibernética
A cibernética é o estudo interdisciplinar da estrutura dos sistemas reguladores. [1] A cibernética está estreitamente vinculada à teoria de controle e à teoria geral de sistemas . Tanto nas suas origens como na sua evolução, na segunda metade do século XX, a cibernética é igualmente aplicável aos sistemas físicos e sociais. Os sistemas complexos afetam o seu ambiente externo e logo se adaptam a este. Em termos técnicos, centram-se em funções de controle e comunicação: ambos fenômenos externos e internos do/ao sistema. Esta capacidade é natural nos organismos vivos e tem sido imitada em máquinas e organizações. Presta-se especial atenção à retroalimentação e aos seus conceitos derivados.
Este ramo da ciência da computação refere-se à ciência de fornecer uma solução para um problema específico, relativo à comunicação entre pessoas, animais ou dispositivos.
O principal objetivo da cibernética e a razão pela qual foi criada é estimular a compreensão dos sistemas e torná-los mais eficientes e produtivos com base em uma necessidade recorrente. Devido ao exposto, a cibernética pode ser exemplificada na automação de alguns processos, como o correio de voz de uma chamada telefônica, simulações de qualquer tipo, sistemas adaptativos, inteligência artificial e robótica.
Tudo o que tem um sistema e pode ser melhorado, é o campo da cibernética e seus ramos. O maior expoente da cibernética deste século foi Norbert Wiener, que escreveu um livro chamado “Cibernética” em 1948.
No livro, Wiener expressa que a cibernética é o meio pelo qual as ações são realizadas através de uma transmissão prévia de informações. Dito isso, foi estabelecido que não apenas os sistemas vivos podem fazer uso da cibernética, mas também sistemas não vivos, máquinas. Assim, a partir de agora, a robótica e a inteligência artificial serão exploradas.

A Robótica
Robótica é um ramo educacional e tecnológico que trata de sistemas compostos por partes mecânicas automáticas e controladas por circuitos integrados, tornando sistemas mecânicos motorizados controlados automaticamente por circuitos elétricos.
Cada vez mais as pessoas utilizam os robôs para suas tarefas. Esta tecnologia, hoje adaptada por muitas fábricas e indústrias, tem obtido, de modo geral, êxito em questões como redução de custos, aumento de produtividade e vários problemas trabalhistas com funcionários. Contudo, apesar das vantagens, os robôs acabam trazendo outros problemas específicos, como a demissão de vários funcionários humanos.
Robótica é o ramo da computação que é responsável pelo design, montagem e operação de robôs.
O termo robótica foi popularizado pelo escritor de ficção cientifica Isaac Asimov, no seu livro ” I, Robot ” de 1950. Neste livro, Asimov criou as leis da robótica, que, segundo ele, regeriam os robôs no futuro:
Um robô não pode ferir um ser humano ou, por ócio, permitir que um ser humano sofra algum mal.
Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.
Os robôs são máquinas com um certo grau de inteligência que podem ser programadas para executar tarefas em um nível similar ao dos humanos, a fim de automatizar alguns processos. A robótica tem sido usada há anos para criar robôs que podem executar certas acções em lugares ou situações em que humanos normalmente não podem.
Por exemplo, se um apartamento está prestes a entrar em colapso, é melhor usar um robô que tenha habilidades de resgate do que enviar um resgatador que possa ser ferido ou gravemente ferido. Como os robôs seguem as instruções dos humanos, pode-se entender que a robótica serve como um meio pelo qual um indivíduo se comunica remotamente com o ambiente.
Computação
A computação é o ramo da computação que é orientado para a criação de computadores para atingir um objetivo específico. No caso da calculadora, por exemplo, o objetivo é resolver cálculos matemáticos complexos que levariam muito tempo para serem resolvidos manualmente. A calculadora é uma expressão da computação.
A computação pode ser definida como a busca de uma solução para um problema a partir de entradas ( inputs) e tem seus resultados ( outputs) depois de trabalhada através de um algoritmo. É com isto que lida a teoria da computação, subcampo da ciência da computação e da matemática. Durante milhares de anos, a computação foi executada com caneta e papel, ou com giz e ardósia, ou mentalmente, por vezes com o auxílio de tabelas ou utensílios artesanais.
A computação é a ciência que estuda as técnicas, metodologias e instrumentos computacionais, que automatiza processos e desenvolve soluções baseadas no uso do processamento de dados. Não se restringe apenas ao estudo dos algoritmos, suas aplicações e implementação na forma de software, extrapolando para todo e qualquer conhecimento pautado no computador, que envolve também a telecomunicação, o banco de dados e as aplicações tecnológicas que possibilitam atingir o tratamento de dados de entrada e saída, de forma que se transforme em informação.
A partir da segunda metade do século XX, com o advento dos computadores eletrônicos, a Computação passou a ter uma presença cada vez mais marcante na sociedade, influenciando a vida diária de parte da população mundial. A partir da década de 1950, a Computação ganhou o status de Ciência surgindo então o termo ciência da computação, uma área do conhecimento humano hoje fortemente ligada à produção de software.
Através de algoritmos de computação são criados (sequências matemáticas) que supõem uma ação ou resultado final específico, isto é, a informação dos resultados é pré-carregada, como 2 + 2 é igual a 4. A computação cria tecnologias computacionais, como sistemas operacionais e programas de software, bem como hardware que usa um software específico para executar uma ação. Por exemplo, crie uma placa de vídeo (hardware) e desenvolva o Photoshop (software) para editar uma imagem.

Automação de escritório
A automação de escritório é um ramo que envolve o uso de equipamentos de informática e Softwares para criar, coletar, armazenar, manipular e transmitir digitalmente informações necessárias para a realização de tarefas e cumprimento de objectivos em um escritório ajudando a otimizar automatizar procedimentos administrativos existentes.
Objectivos da Automação
A automação tem como objectivos em;
Redução de Papéis;
Melhoria de Atendimento;
Minimização dos Erros;
Racionalização de processos;
Troca e aproveitamento das Informações;
Obtenção de informações confiáveis actualizadas constantemente;
Agilização na tomada de decisões.
Refere-se à automação dos processos pelos quais as informações são criadas, armazenadas, protegidas e compartilhadas no setor de negócios. O pilar fundamental da automação de escritórios é a rede LAN, através da qual os dados podem ser transferidos de um usuário para outro.
A automação de escritório favorece a velocidade com que as tarefas são realizadas em um escritório, descarta a necessidade de uma equipe grande, usa menos espaço para coletar dados e melhora a criação de documentos de informações vitais por meio de atualizações múltiplas e simultâneas. A espinha dorsal da automação de escritório é a LAN, a qual permite que os usuários transmitam dados, correspondência e até voz através da rede. Todas as tarefas realizadas em um escritório, inclusive ditado, digitação, preenchimento de formulários, cópia, transmissão e recepção de fax e telex, gerenciamento de microfilmes e registros, uso de telefone e PABX recaem nesta categoria. A expressão “automação de escritório” ( office automation em inglês) era uma expressão popular nos anos 1970 e anos 1980, antes que o computador pessoal entrasse em uso.
Controle e Automação
Controle e automação é o ramo das tecnologias de informação e comunicação que se preocupa na concepção de máquinas e sistemas.
Os termos controle e automação já foram ponto de conflito, sobre qual seria o termo mais correto. Automação é um neologismo originado do inglês automation, e refere-se ao uso de máquinas eletromecânicas para facilitar o trabalho do ser humano ou estender sua capacidade física e mental. Controle refere-se ao uso de dispositivos eletrônicos (controladores) que, sem auxílio da ação humana, façam um sistema se comportar da maneira desejada.
Alguns exemplos de sistemas de controle e automação são: robôs industriais, linha de montagem de automóveis, casas inteligentes, caldeiras automáticas, refinarias de petróleo, sistemas de controle de nível em reservatórios, etc. O controle e automação tem como objetivo a concepção de máquinas e sistemas para automatizar processos industriais, ou seja, substituir o esforço físico e mental do ser humano em atividades perigosas, repetitivas ou insalubres. Além disso, busca-se garantir máxima qualidade e eficiência dos processos em geral. Para obter-se a automação de um sistema, é necessário ter uma visão global do processo a ser automatizado e combinar esse conhecimento com os princípios de elétrica, mecânica e computação.
A automação é completa quando toda uma linha de produção funciona do começo ao fim sem a intervenção humana, agindo apenas pela ação das próprias máquinas e controladores.
As etapas para se desenvolver um sistema automático podem ser resumidas da seguinte forma: inicia-se com o reconhecimento de um problema e a modelagem matemática do processo, a partir do qual se analisa o comportamento dinâmico da planta, e então se projeta as máquinas e o controlador eletrônico que fará o sistema evoluir da forma desejada, além de se adaptar a possíveis distúrbios e ruídos externos. Controle significa Controle Automático (isto é, que se move ou age por si, sem operador) de Sistemas físicos quaisquer. Compõe-se de dois grandes campos de conhecimento:
Controle dinâmico de sistemas dinâmicos (representados por equações diferenciais ou de diferenças, pelo menos na variável tempo);
Controle por eventos discretos de sistemas de eventos discretos (representados por modelos lógicos sequenciais).
Telemática
Telemática refere-se à combinação entre telecomunicações e tecnologia da informação. É definido como a emissão, aceitação e coleta de informações entre dois dispositivos móveis (automóvel, celular, GPS, entre outros) que são executados em telecomunicações.
Telemática é a comunicação à distância de um ou mais conjunto de serviços informáticos fornecidos através de uma rede de telecomunicações.
Telemática é o conjunto de tecnologias da informação e da comunicação resultante da junção entre os recursos das telecomunicações (telefonia, satélite, cabo, fibras ópticas etc.) e da informática (computadores, periféricos, softwares e sistemas de redes), que possibilitou o processamento, a compressão, o armazenamento e a comunicação de grandes quantidades de dados (nos formatos texto, imagem e som), em curto prazo de tempo, entre usuários localizados em qualquer ponto do Planeta.
A telemática pode ser definida como a área do conhecimento humano que reúne um conjunto e o produto da adequada combinação das tecnologias associadas à eletrônica, informática e telecomunicações, aplicados aos sistemas de comunicação e sistemas embarcados e que se caracteriza pelo estudo das técnicas para geração, tratamento e transmissão da informação, na qual estão sendo sempre mostradas as características de ambas, porém apresentando novos produtos derivados destas características.

Telecomunicação
As telecomunicações constituem um ramo da engenharia elétrica que contempla o projeto, a implantação, manutenção e controles de redes de sistemas de comunicações (satélites, redes telefônicas, televisivas, emissoras de rádio, Internet etc.). A principal finalidade das telecomunicações é suprir a necessidade humana de se comunicar à distância. É comum o prefixo tele ser omitido e, com isto, usar-se a palavra comunicações.
A prioridade de todas as informações recebidas geram uma resposta do destinatário ou pelo menos uma confirmação de recebimento. Por este motivo, a palavra é sempre grafada no plural : telecomunicações.
Em um sistema de telecomunicações, as informações do emissor são temporariamente convertidas em sinais elétricos (tensões elétricas que variam com o tempo), para que possam trafegar pelo sistema até que cheguem ao destino, onde são novamente convertidas em informações inteligíveis pelo destinatário. Esses sinais elétricos são denominados sinais elétricos da informação. Tais sinais podem ser analógicos ou digitais.
Os sinais analógicos são aqueles gerados por dispositivos transdutores, ou seja, dispositivos elétricos capazes de converter um tipo de energia em outro. Portanto, os transdutores podem ser utilizados para converter informações em sinais analógicos e vice-versa. Exemplo: o microfone é um tipo de dispositivo transdutor.
Foi o físico inglês James Clerk Maxwell quem implementou as bases para o desenvolvimento da telecomunicação, ao introduzir o conceito de onda eletromagnética para descrever através das matemáticas a interação entre a eletricidade e o magnetismo. Posto isto, Maxwell terá afirmado que era possível propagar ondas pelo espaço livre ao utilizar descargas elétricas, algo que viria a ser comprovado por Heinrich Hertz em 1887.
Os sinais digitais são aqueles gerados por dispositivos da eletrônica digital, como é o caso dos circuitos integrados: chips, microprocessadores etc. Dada a sua natureza, os sinais digitais são pulsos elétricos binários, ou seja, bits 0 ou 1, em que “zero” significa “ausência de tensão elétrica” e “um” significa “presença de tensão elétrica”.

Classificação dos sistemas
Os sistemas de telecomunicações podem ser classificados segundo diferentes critérios, a saber:
Quanto ao fim a que se destina
Comercial: quando é administrado por empresa, geralmente privada, que cobra pelos serviços prestados. Exemplo: empresa privada que ofereça serviços de telefonia móvel celular e de acesso à Internet.
Governamental: quando pertence a um órgão governamental e não é utilizado para fins comerciais. Exemplo: sistema de radiocomunicações utilizado pelas polícias.
Privado e Amador: quando pertence a um indivíduo ou grupo de indivíduos e é utilizado para atender aos interesses particulares dessa(s) pessoa(s). Amador quando é utilizado, sem fins lucrativos, para fins de lazer ou de utilidade pública.
Experimental: sistema montado para fins de testes, podendo ou não vir a ser posteriormente disponibilizado para utilização por terceiros.
De pesquisa: sistema cuja finalidade precípua é a obtenção de dados que possuam valor científico.
Quanto à abrangência territorial
Local: quando se restringe a uma área específica, como uma edificação, um bairro ou distrito, ou ainda uma cidade ou município.
Regional: quando engloba uma porção territorial do país, como por exemplo um estado ou conjunto de estados.
Nacional: quando engloba todo o território de um país.
Internacional: quando transcende as fronteiras de um país. É o caso da Internet.
Quanto à utilização
Militar : quando de uso exclusivamente por militares e instituições militares.
Civil: quando de uso exclusivamente por civis e instituições civis.
Dual: quando de uso civil e militar.
Conclusão
Perante a realização do trabalho, podemos concluir que, o estudo dos ramos das tecnologias de informação e comunicação, é um programa só ensino e aprendizagem que merecem muita aderência e atenção, visto que nos dá a intender o quão é bom ter em mente a importância, do uso matérial presente no nosso dia-a-dia. Dado que ao falar sobre o conteúdo do nome computador, aí danos a intender que é uma ferramenta de muita importância, o computador somente que vai trazer as áreas das tecnologias de informação e comunicação que é as Tic’s, passará sendo um elemento chave na vida moderna da informática.
A sociedade têm se desenvolvido segundo às novas tecnologias, acompanhando-as e adaptando-se a elas. Muito se discute sobre as qualidades e defeitos em se viver em uma sociedade tão globalizada, onde o acesso a tecnologia torna-se uma necessidade.
Durante a pesquisa deu para entender os principais ramos das tecnologias de informação e comunicação que podemos encontrar a informática, a computação, a Burotica, a Robótica, o controle e automação, telemática, telecomunicação, e vários dos que mencionados e que cada ciência com sua importância e funcionamento danteo de um computador.
Podemos concluir que a disciplina de TICs nos faz conhecer muito além da nossa realidade, daquele ensino presencial, do papel e livro na mão para fazermos nossas leituras e estudos, e que toda a educação pode se adaptar ao atual cenário globalizado e tecnológico.

Bibliografia
ÁBILA, Fernanda. Novas tecnologias na educação. Revista aprendizagem: Ed melo, ano 4 n°20/2010, pg.35.
ÁVILA, Maribel Chagas de. Internetês: uma anamnese da história da escrita . Dissertação de mestrado UFMT, 2008.
BELLONI, Maria Luiza. O que é Mídia-Educação. 2. Ed. Campinas, São Paulo: Autores Associados, 2005. (Coleção polemica do nosso tempo, 78)
FERREIRO, E. Cultura Escrita e Educação. Porto Alegre: Art Méd, 2000.
FREIRE, P. 1987. Pedagogia do Oprimido. 17ª Ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra.
LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993;
SILVA, Ricardo Vidigal da; NEVES, Ana. Gestão de Empresas na Era do Conhecimento. Lisboa: Serinews Editora, 2003.
FOLQUE, Maria da Assunção. Educação infantil, tecnologia e cultura. Revista pátio educação infantil: Edpenso, ano lx julho/setembro 2011, n°28, pg.9.
WWW.Wikipédia.Estudos//dos//ramos//das//Tic’s.
http://www.enclopédia.Telecomunicação.com

Tema: Computador e Origem do Computador

  1. Introdução
    O presente trabalho que nos foi dado, iremos falar sobre o computador como o principal objectivo de estudo, pois é muito importante detalhar desde a sua origem até nos dias de hoje. Sabe-se que o computador é muito importante na actual vida, desde a sua data de criação até mais será muito mais importante, uma máquina moderna e de muita utilidade no nosso cotidiano. Uma vez apontada a importância e necessidade do estudo da história em geral e, mais especificamente, da história da ciência e da tecnologia, fica fácil perceber que o estudo da História da Computação é um interessante relevo dentro da vasta paisagem do conhecimento científico. Basta lembrar que o impacto dessa tecnologia na nossa sociedade é imenso e nossa dependência dela cada vez maior. O presente trabalho tem como tema em estudo! A origem do computador. E dentro do trabalho iremos encontrar a introdução, o desenvolvimento do conteúdo e conclusão e como finalidade a Bibliografia. Terminando assim o trabalho recomendado pela parte da docência.

1.1. Origem do Computador
A palavra “computador” vem do verbo “computar” que, por sua vez, significa “calcular”. Sendo assim, podemos pensar que a criação de computadores começa na idade antiga, já que a relação de contar já intrigava os homens.
Dessa forma, uma das primeiras máquinas de computar foi o “ábaco”, instrumento mecânico de origem chinesa criado no século V a.C.
Como em qualquer invenção, o primeiro computador teve sua origem em algo preexistente e que já trazia consigo alguns conceitos trabalhados por especialistas anos antes. Enquanto Alan Turing é conhecido por seu pioneirismo na ciência da computação, ou da programação em si, foi o engenheiro mecânico Charles Babbage que inventou o primeiro equipamento considerado um computador mecânico, ainda no século XIX, segundo pesquisadores.

1.2. História do Computador
O desenvolvimento da tecnologia da computação foi a união de várias áreas do conhecimento humano , dentre as quais: a matemática , a eletrônica digital , a lógica de programação, entre outras. A capacidade dos seres humanos em calcular quantidades dos mais variados modos foi um dos fatores que possibilitaram o desenvolvimento da matemática e da lógica. Nos primórdios da matemática e da álgebra, utilizavam-se os dedos das mãos para efetuar cálculos.
A mais antiga ferramenta conhecida para uso em computação foi o ábaco, e foi inventado na Babilônia por volta de 2400 a.C. O seu estilo original de uso, era desenhar linhas na areia com rochas. Ábacos, de um design mais moderno, ainda são usados como ferramentas de cálculo.
O ábaco dos romanos consistia de bolinhas de mármore que deslizavam numa placa de bronze cheia de sulcos. Também surgiram alguns termos matemáticos: em latim “calx” significa mármore, assim “calculos” era uma bolinha do ábaco, e fazer cálculos aritméticos era “calculare”.
No século V a.C., na antiga Índia, o gramático Pānini formulou a gramática de Sânscrito usando 3959 regras conhecidas como Ashtadhyāyi, de forma bastante sistemática e técnica. Pānini usou meta-regras, transformações e recursividade com tamanha sofisticação que sua gramática possuía o poder computacional teórico tal qual a máquina de Turing.
Entre 200 a.C. e 400, os indianos também inventaram o logaritmo, e partir do século XIII tabelas logarítmicas eram produzidas por matemáticos islâmicos. Quando John Napier descobriu os logaritmos para uso computacional no século XVI, seguiu-se um período de considerável progresso na construção de ferramentas de cálculo.
John Napier (1550-1617), escocês inventor dos logaritmos, também inventou os ossos de Napier, que eram tabelas de multiplicação gravadas em bastão, o que evitava a memorização da tabuada.
A primeira máquina de verdade foi construída por Wilhelm Schickard (1592-1635), sendo capaz de somar, subtrair, multiplicar e dividir. Essa máquina foi perdida durante a guerra dos trinta anos , sendo que recentemente foi encontrada alguma documentação sobre ela.
Contudo, foi com Charles Babbage que o computador moderno começou a ganhar forma, através de seu trabalho no engenho analítico. O equipamento, apesar de nunca ter sido construído com sucesso, possuía todas as funcionalidades do computador moderno. Foi descrito originalmente em 1837, mais de um século antes que qualquer equipamento do gênero tivesse sido construído com sucesso.
Tudo começou com a tentativa de desenvolver uma máquina capaz de calcular polinômios por meio de diferenças, o calculador diferencial. Enquanto projetava seu calculador diferencial, a ideia de Jacquard fez com que Babbage imaginasse uma nova e mais complexa máquina, o calculador analítico, extremamente semelhante ao computador atual. Sua parte principal seria um conjunto de rodas dentadas, o moinho, formando uma máquina de somar com precisão de cinquenta dígitos. As instruções seriam lidas de cartões perfurados.
1.3. As gerações dos computadores
Os computadores são máquinas capazes de realizar vários cálculos automaticamente, além de possuir dispositivos de armazenamento e de entrada e saída. A arquitetura de um computador depende do seu projeto lógico, enquanto que a sua implementação depende da tecnologia disponível.
As três primeiras gerações de computadores refletiam a evolução dos componentes básicos do computador ( hardware) e um aprimoramento dos programas (software ) existentes.

1.1.1. Primeira Geração dos Computadores (1946-1954)
A primeira geração dos computadores é marcada pela utilização de válvulas . A válvula é um tubo de vidro, similar a uma lâmpada fechada sem ar em seu interior, ou seja, um ambiente fechado a vácuo, e contendo eletrodos, cuja finalidade é controlar o fluxo de elétrons. As válvulas aqueciam bastante e costumavam queimar com facilidade. Além disso, a programação era realizada diretamente na linguagem de máquina, o que dificultava a programação e consequentemente despendia muito tempo. O armazenamento dos dados era realizado em cartões perfurados, que depois passaram a ser feitos em fita magnética.
Um dos representantes desta geração é o ENIAC. Ele possuía 17.468 válvulas, pesava 30 toneladas, tinha 180 m² de área construída, sua velocidade era da ordem de 100 kHz e possuia apenas 200 bits de memória RAM.
Nenhum dos computadores da primeira geração possuíam aplicação comercial, eram utilizados para fins balísticos, predição climática, cálculos de energia atômica e outros fins científicos.
1.1.2. Segunda Geração dos Computadores (1955-1964)
A segunda geração de computadores foi marcada pela substituição da válvula pelo transistor. O transistor revolucionou a eletrônica em geral e os computadores em especial. Eles eram muito menores do que as válvulas a vácuo e tinham outras vantagens: não exigiam tempo de pré-aquecimento, consumiam menos energia, geravam menos calor e eram mais rápidos e confiáveis. No final da década de 50, os transistores foram incorporados aos computadores.
Na segunda geração o conceito de Unidade Central de Procedimento (CPU), memória, linguagem de programação e entrada e saída foram desenvolvidos. O tamanho dos computadores diminuiu consideravelmente. Outro desenvolvimento importante foi a mudança da linguagem de máquina para a linguagem assembly, também conhecida como linguagem simbólica. A linguagem assembly possibilita a utilização de mnemônicos para representar as instruções de máquina.
Em seguida vieram as linguagens de alto nível, como, por exemplo, Fortran e Cobol. No mesmo período surgiu o armazenamento em disco, complementando os sistemas de fita magnética e possibilitando ao usuário acesso rápido aos dados desejados.
1.1.2. Terceira Geração (1964-1977)
A terceira geração de computadores é marcada pela utilização dos circuitos integrados , feitos de silício. Também conhecidos como microchips, eles eram construídos integrando um grande número de transistores, o que possibilitou a construção de equipamentos menores e mais baratos.
Mas o diferencial dos circuitos integrados não era o apenas o tamanho, mas o processo de fabricação que possibilitava a construção de vários circuitos simultaneamente, facilitando a produção em massa. Este avanço pode ser comparado ao advento da impressa, que revolucionou a produção dos livros.
Didaticamente os circuitos integrados são categorizados de acordo com a quantidade de integração que eles possuem:
LSI (Large Scale Integration – 100 transistores): computadores da terceira geração
VLSI (Very Large Scale Integration – 1.000 transistores): computadores da quarta geração
ULSI (Ultra-Large Scale Integration – milhões de transistores): computadores da quinta geração
Um computador que representa esta geração foi o IBM’s System/360 , voltado para o setor comercial e científico. Ele possuía uma arquitetura plugável, na qual o cliente poderia substituir as peças que dessem defeitos. Além disso, um conjunto de periféricos eram vendidos conforme a necessidade do cliente. A IBM, que até então liderava o mercado de computadores, passou a perder espaço quando concorrentes passaram a vender periféricos mais baratos e que eram compatíveis com sua arquitetura. No final desta geração já começaram a surgir os computadores pessoais.
Outro evento importante desta época foi que a IBM passou a separar a criação de hardware do desenvolvimento de sistemas, iniciando o mercado da indústria de softwares. Isto foi possível devido a utilização das linguagens de alto nível nestes computadores.
1.1.3. Linguagem de alto nível
Uma linguagem é considerada de alto nível quando ela pode representar ideias abstratas de forma simples, diferente da linguagem de baixo nível que representa as próprias instruções de máquina.
Exemplo de linguagem de alto nível:
x = y*7 + 2
Mesmo código em baixo nível (assembly):
load y → carrega valor de y;
mul 7 → multiplica valor carregado por 7;
add 2 → adiciona 2;
store x →salva o valor do último resultado em x;
Os códigos load, mul, add e store são os mnemônicos que representam as instruções em código de máquina (binário).

Quarta Geração (1977-1991)
Os computadores da quarta geração são reconhecidos pelo surgimento dos processadores — unidade central de processamento. Os sistemas operacionais como MS-DOS, UNIX, Apple’s Macintosh foram construídos. Linguagens de programação orientadas a objeto como C++ e Smalltalk foram desenvolvidas. Discos rígidos eram utilizados como memória secundária. Impressoras matriciais, e os teclados com os layouts atuais foram criados nesta época.
Os computadores eram mais confiáveis, mais rápidos, menores e com maior capacidade de armazenamento. Esta geração é marcada pela venda de computadores pessoais.
1.1.6. Quinta Geração (1991 — dias atuais)
Os computadores da quinta geração usam processadores com milhões de transistores. Nesta geração surgiram as arquiteturas de 64 bits, os processadores que utilizam tecnologias RISC e CISC, discos rígidos com capacidade superior a 600GB, pen-drives com mais de 1GB de memória e utilização de disco ótico com mais de 50GB de armazenamento.
A quinta geração está sendo marcada pela inteligência artificial e por sua conectividade. A inteligência artificial pode ser verificada em jogos e robores ao conseguir desafiar a inteligência humana. A conectividade é cada vez mais um requisito das indústrias de computadores.

  1. O Primeiro Computador
    Electronic Numerical Integrator and Computer (ENIAC – em português: computador integrador numérico eletrônico) foi o primeiro computador digital eletrônico de grande escala. Muitos comentam que o primeiro foi o Mark I, mas este era apenas eletromecânico. O ENIAC entrou em funcionamento em fevereiro de 1946, pelas mãos dos cientistas norte-americanos John Eckert e John Mauchly, da Electronic Control Company .
    O ENIAC começou a ser desenvolvido em 1943 durante a II Guerra Mundial para computar trajetórias táticas que exigiam conhecimento substancial em matemática com mais agilidade, mas só se tornou operacional após o final da guerra.
    Sua capacidade de processamento era de 5.000 operações por segundo;
    Criado na segunda guerra, tinha como principal finalidade cálculos balísticos ;
    Possuía 17.468 válvulas termiônicas , de 160 kW de potência;
    O “sistema operacional” da máquina era através de cartões perfurados.
  2. Computador – Definição
    Computador é uma máquina capaz de variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Um computador pode possuir inúmeros atributos, dentre eles armazenamento de dados, processamento de dados, cálculo em grande escala, desenho industrial, tratamento de imagens gráficas, realidade virtual, entretenimento e cultura.
    No passado, o termo já foi aplicado a pessoas responsáveis por algum cálculo . Em geral, entende-se por computador um sistema físico que realiza algum tipo de computação. Existe ainda o conceito matemático rigoroso, utilizado na teoria da computação.
    Um computador é um dispositivo eletrônico que se destina a receber e processar dados para a realização de diversas operações. Os computadores são atualmente os dispositivos mais populares e utilizados com a finalidade de realizar as mais diversas atividades tais como o desenvolvimento de conteúdos, comunicar-se com os outros, buscar informações, utilizar diferentes aplicações, e centenas de outras possibilidades.
    Tecnicamente, um computador é um conjunto de circuitos e componentes integrados ( entre eles o mais relevante seria o microprocessador ou o cérebro da máquina) que podem executar operações com rapidez, ordem e sistematização em função de uma série de aplicações práticas para o usuário programadas previamente.
    Os componentes de um computador são geralmente a CPU ou Unidade Central de Processamento ( contendo todos os elementos operacionais internos, como memória e processador), monitor, teclado, mouse e outros acessórios como impressora, scanner, webcam, microfone e alto – falantes.
    Funcionalmente, um computador é controlado por um sistema operacional pré -instalado ou instalado que permite a execução de diversas funções e com a subsequente instalação de outros programas e aplicativos, a realização de ações muito mais específicas.
    Hoje existem computadores de todos os tipos com diferentes componentes e funcionalidades. O mais comum é o computador de mesa, que contém todos os componentes acima mencionados e que permite a execução de uma ampla gama de operações de acordo com suas capacidades. Outro tipo de computador é o laptop ou notebook, que também incluem os mesmos componentes, mas integradas em um único dispositivo para facilitar seu transporte. Ha também computadores menores ainda como os chamados “palm ” ou computadores de mão.
  3. Divisão do computador
    O computador como já fora conceituado do antemão, é um dispositivo eletrônico que se destina a receber e processar dados para a realização de diversas operações. O computador está dividido em duas partes as quais destacamos: Hardware e Software.
    4.1. Hardware → é a parte física do computador.
    O Hardware é o equipamento em si, a parte em que podemos tocar, ou seja, o monitor, o teclado, a memória, a placa de vídeo e outros periféricos e periféricos que podem ser manuseados e ou instalados ou ao computador dentro dele.
    A parte mais importante do hardware é a CPU, sigla de Central Processing Unit, ou unidade central de processamento. Estamos acostumados a ouvir que a CPU é aquela “caixa” na qual os componentes estão instalados.
    Na verdade na linguagem de informática a CPU processador que e celebro do computador onde processar tudo nele. E para la que vão todas as informações enviadas pelas unidades de central de entrada (teclado ,mouse, etc ) , que depois são processadas.
    A caixa que muitos estão acostumados a chamar de CPU na verdade se chama gabinete embora muitos técnicos chamem de CPU mais na linguagem de informática isso pode estar errado.
    Já o processador CPU pode se entender como sendo o coração do computador porque nosso coração controla todo nosso corpo e o processador controla todo o computador em funcionamento. E no hardware em encontramos:
    Teclado – Dispositivo conectado ao computador e usado para digitar informações e instruções. Inclui teclas de máquina de escrever padrão e teclas especiais.
    Mouse – Dispositivo de entrada que permite mover o ponto de inserção na tela, selecionar texto, selecionar comandos e executar outras operações.
    Vídeo – Dispositivo que exibe textos e imagens gerados pelo computador, semelhante a uma tela de TV.
    Impressora – Dispositivo que produz cópia em papel das informações do computador.
    Microfone – Dispositivo de entrada que permite gravar o som na memória do computador.
    Caixa de som – Dispositivo de saída que permite executar o som gravado na memória do computador.
    4.2. Software
    Software → é a parte lógica do computador (Programas). software são os programas existentes no computador. Esses programas é que fazem o computador funcionar. Sem eles, os computadores seriam apenas dispositivos eletrônicos sem funcionalidade. Como vimos anteriormente, os softwares dão vida ao computador e são divididos em dois tipos: Sistema Operacional e Aplicativos. Em Software também existem:
    Windows Vista – Ambiente operacional que oferece interface gráfica (melhor que a interface do DOS) e permite que se aprenda a usar um programa muito mais intuitivamente e de maneira mais fácil. Com o Microsoft Windows pode-se gerenciar o sistema de computador, executar programas, copiar arquivos etc.
    Word Vista – Crie e edite documentos com aparência profissional, como cartas, artigos, relatórios e livretos, usando o Microsoft Office Word.
    Excel Vista – Efetue cálculos, analise informações e visualize dados em planilhas usando o Microsoft Office Excel.
    Entrada de dados – Para que o computador execute as suas funções é necessário o fornecimento de dados. Este fornecimento ocorre através de Dispositivos de Entrada, como por exemplo: teclado (através da digitação), mouse, scanners, CD, DVD, outros computadores, programas e sistemas, etc.
    4.3. Processamento de dados
    Após a entrada desses dados, ocorre o processamento, função do processador, que irá efetuar o processamento de acordo com o objetivo final do processamento, por exemplo, se pressionarmos alguma tecla, será feito o processamento dos sinais elétricos emitidos pelo teclado, e depois exibido o caractere digitado.
    Saída de dados – A saída ocorre após o processamento, onde a informação resultante é exibida através de algum dispositivo de saída, tais como: monitor, impressora, saída de áudio.
  4. Conclusão
    Estudamos nesta unidade, a história do computador. Conhecemos os precursores do computador, iniciando pelo o ábaco que auxiliava a humanidade na realização de cálculos. Muitos séculos depois, Napier descobriu os logaritmos e inventou os ossos de Napier. Pascal inventou uma máquina que era capaz de realizar somas e subtrações através de engrenagens.
    Também vimos que no século XIX, o Tear de Jacquard introduziu o uso de cartões perfurados, e mais tarde, Charles Babbage adaptou a ideia para o uso em sistemas computacionais, embora nunca tenha terminado a construção de suas máquinas.
    Em seguida, concluímos os estudos do capítulo aprendendo sobre as gerações dos computadores, inicialmente com o uso de velas, depois com transistores e finalmente com a utilização de circuitos integrados e como eles revolucionaram a fabricação dos computadores.
  5. Bibliografia
    B. b. Bit: An Illustrated History of Computers de Stan Augarten
    http://www.tecmundo.com.br/infografico/9421-a-evolucao-dos-computadores.htm
    http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/informatica/evolucao-dos-computadores.htm
    GLAUCIA S. B. Educação e Novas Tecnologias de Informação e comunicação.
    SILVEIRA (2004) Inclusão Digital e Software Livre Arquivado em 16 de fevereiro de 2007, no Wayback Machine ., p. 74.
    Tic’s 11ª classe. Hardware e Software. Livro disponível na Biblioteca da Escola Secundária Geral Samora Machel de Mocuba.
    W.W.W. Wikipédia.Origem do computador. estudos. com.

Códigos Visuais

  1. Introdução
    O presente Educação, visa abordar sobre; Códigos Visuais, este tema é de qualquer forma um tema muito relevante na areal visual e Tecnológica é uma disciplina onde aprendemos a ver porque ver não é só olhar, é observar, compreender, descobrir, a saber comunicar com os outros através de mensagens visuais; a saber intervir para modificar o que está errado, conservar e defender o que está bem; a saber trabalhar individualmente ou em grupo, respeitando o nosso trabalho, o dos outros e as diferentes opiniões.
    No que tange ao estudo dos códigos visitas é o interesse que nos é exposto diante da realidade de vida. A comunicação é um acto pertinente e importante na vida humana e que traz não somente a diversão, também a assimilação, a disseminação de informações, começando do saber das coisas até o interesse de ir avante de lado do conhecimento. Congruente ao tema aqui em destaque, falar dos códigos visuais, não foge do mesmo referir de comunicação por via de imagens, ícones, signos, cartazes, logotipos e muito mais, pois são assim estudadas os seus elementos, o que traz do melhor para a sociedade em geral na instituição.
    O trabalho por nós realizado através da colecta de informações, dado que é preciso organizar de modo que possa trazer uma melhor compreensão perante o leitor. Sendo assim, o trabalho está extruturado de seguinte maneira; a introdução aqui dada, o desenvolvimento do conteúdo, a conclusão e as fortes que é a responsábilidade da Bibliografia.

1.2. Códigos Visuais
O termo código abrange diferentes acepções e significados. Trata-se, por exemplo, de uma combinação de signos que, dentro de um sistema estabelecido, tem um determinado valor: “O programador terá de corrigir o código do software para que este funcione correctamente”. Além da fala (forma hegemônica de comunicação) e da escrita, as pessoas também utilizam formas não-verbais de comunicação, gestos, imagens, sons como códigos visuais úteis para uma determinada função.
Os códigos visuais visam afirmar-se como uma das tecnologias que poderá suportar esse tipo de interacções, servindo de fronteira entre ambos os mundos. Um código visual é uma pequena marca embebida num ambiente físico que, quando fotografada e interpretada utilizando, por exemplo, um telemóvel, permite abrir uma porta para um determinado serviço do mundo virtual.
No caso da informática, dá-se o nome de código- fonte ao texto desenvolvido numa linguagem de programação e que deve ser compilado ou interpretado para que possa ser executado no computador. Por outro lado, um código é um número ou uma combinação de caracteres para formular e compreender mensagens secretas/encriptadas.
De acordo com a Teoria da Comunicação, entende-se por código o conjunto de signos que deve ser do conhecimento de ambas as partes (emissor vs. receptor) de modo a que a mensagem seja compreendida. Se, por exemplo, um homem começar a falar em francês a alguém que não entenda a língua, não haverá lugar à comunicação uma vez que o código utilizado para a transmissão da mensagem não é o mesmo para ambos.
No âmbito do direito, um código é um conjunto de normas legais sistemáticas que regulam, de forma unitária, uma determinada matéria. Por extensão, código é a compilação sistemática de diversas leis (Código Civil, Código Penal, Código da Estrada, etc.) e o conjunto de regras ou preceitos sobre uma matéria qualquer.
A expressão códigos visuais tem a mesma coerência ao que diz respeito a Comunicação visual. Comunicar significa transmitir uma mensagem, através de um sistema organizado de símbolos ao qual chamamos linguagem. O receptor é o que recebe a mensagem. O código são as regras e sinais organizados e que tem que ser do conhecimento quer do emissor, quer do receptor. A imagem da comunicação visual é estudada através de um código visual: os sinais, os índices, os símbolos e os ícones.

1.2.1 Sinais
Sinais – são imagens com regras, previamente estabelecidas (convenção) que podem ser avisos, ordens ou indicações. Não nos podemos esquecer da cor, também ela comunica. Quando estamos perante os sinais de transito sabemos que quando está vermelho temos que parar obrigatoriamente, quando está amarelo significa perigo e quando está verde significa que podemos avançar em segurança.

1.2.2. Índice
Índices – são formas visuais a que atribuímos um determinado significado e que depende da nossa experiência e pela qual a interpretamos.
Os índices São signos visuais que têm origem em formas ou situações naturais ou casuais. Através da acumulação de experiências, devido à ocorrência de situações idênticas, indicam algo e adquirem significado, que apenas é sugerida e municam uma mensagem que não está completa, exemplo: nuvens negras indicam tempestade; marc as dos pneus, fumo negro como no caso do Lápis.

1.2.3. Ícone
Ícones -são imagens que contém em si mesmas um certo significado e que são representações da forma real. Ou seja são signos visuais directos, ou seja, há uma relação directa entre o real e a imagem apresentada.

1.2.4. Símbolos
Símbolos – São signos visuais que designam o objecto de uma maneira totalmente livre, independentemente de semelhanças ou de uma ligação direta com ele. O significado é estabelecido através de normas e convenções. Para serem entendidos necessitam de uma prévia explicação.

1.2.5. Logótipo
Logótipos – são marcas constituída por grupo de letras, que forma sigla ou palavra especificamente desenhada para uma empresa instituição, turma e muito mais.

1.2.6. A cor na comunicação
A cor é utilizada como um poderoso meio de comunicar. Nos sinais de trânsito, na informação, nos locais perigosos, nos botões de comando, nas máquinas, no vestuário, nos hospitais, nas oficinas, na banda desenhada, na publicidade, nos cartazes. Assim, devemos, ter muito cuidado e atenção no uso da cor pois é ela que reforça o sentido da mensagem.

  1. Procedimentos
    Os procedimentos de comunicação, tratam da operacionalização (execução) da política de comunicação integrada. Devem estar em consonância com a identidade iultural e alinhamento estratégico que os sinais podem nos trazer durante a comunicação face a face.

2.1.1. Comportamento da Direção
Garantir a implantação, manutenção, ampliação e agilidade dos fluxos de comunicação entre a instituição, os servidores e a sociedade de modo que haja um auto intendimento do que a informação nos quer dizer.

2.1.2. Comportamento Gerencial
Os gestores, em seus mais diversos níveis, respondem pela qualidade e intensidade dos fluxos de comunicação na instituição, e devem, portanto, participar ativamente da política de comunicação integrada.

2.1.3. Comportamento dos Servidores
Os servidores são elo importante na relação dos seus públicos de interesse e devem empenhar-se em consolidar a imagem institucional. Espera-se que cada servidor, individualmente, busque manter-se informado pelos canais de comunicação da instituição e atue como agente de disseminação das atividades. Além disso, quando estiver representando, inclusive falando para a mídia, o servidor deve dar declarações alinhadas com as diretrizes da instituição.

2.1.4. Comunicação interna
A relação entre a direção do quadro gerencial e os servidores é vital para uma comunicação ágil e eficiente. Essa relação deve ser caracterizada pela transparência e respeito. A implementação dessa visão pressupõe a reavaliação ou criação de práticas e canais, visando à circulação de informações, motivação dos servidores e internalização da missão, da cultura e dos objetivos estratégicos.
Os gestores devem fornecer informações com agilidade e garantir sua livre circulação. Isso é fundamental para um bom ambiente profissional, para a participação e para o comprometimento com o trabalho e a imagem da Instituição;
Todos os atos, decisões e deliberações da administração e de interesse de seus públicos devem ser imediatamente comunicados aos servidores através dos veículos de comunicação interna, e também por possíveis encontros formais e informais entre chefias e subordinados.

2.1.5. Comunicação externa
A relação entre os diversos públicos externos é uma questão primordial. Numa sociedade democrática, é fundamental o relacionamento com o governo (Executivo, Judiciário e Legislativo, nas esferas municipais), com a comunidade acadêmica, com as instituições de pesquisa nacionais e internacionais, com a imprensa e com a sociedade.
A disseminação deve ser realizada de forma ampla, com formato, mídia e linguagem adequados aos diferentes públicos;
A busca de parcerias deve ser estimulada, para apoiar as ações de comunicação com os diferentes públicos e dar maior visibilidade;
Toda comunicação visual e deve obrigatoriamente cumprir as normas previstas no manual de identidade visual. Isso inclui, por exemplo, publicações, peças de divulgação e materiais promocionais.
Cabe também a esta área acompanhar e avaliar a publicação, na mídia, do material relativo (releases, entrevistas, reportagens, notas, etc.).

2.2. Elementos que intervêm na Comunicação Visual
Os elementos básicos da comunicação visual constituem a substancia básica do que vemos. Uma das maneiras de se analisar uma obra visual, consiste em decompô-la em seus elementos constituintes para compreender melhor o conjunto. Estes elementos podem ser classificados em: conceituais, visuais e relacionais. Os elementos básicos de comunicação visual encontram-se, o ponto, a linha, a forma, a direção, o tom, a cor, a textura, a escala, a dimensão e o movimento são os componentes essenciais dos meios visuais.

2.2.1. O ponto
Apesar de ser a unidade de comunicação visual mais básica, qualquer ponto exerce sobre nós um enorme poder de atração, independentemente de ter sido feito pelo homem ou de fazer parte da natureza.
Quando vistos, os pontos ligam-se, tornando-se capazes de nos dirigir o olhar. Quando em grande número e o mais justapostos possível, criam a ilusão de cor.
A capacidade única que uma série de pontos tem de conduzir o olhar é intensificada pela maior proximidade destes elementos.

2.2.2. A linha
Quando os pontos estão tão próximos entre si que se torna impossível identificá-los individualmente, aumenta a sensação de direção, e este conjunto de pontos transforma-se em outro elemento de comunicação, a linha .
Nas artes visuais, a linha tem, por sua própria natureza, uma enorme energia. Caracteriza-se por nunca ser estática, mas apesar de possuir liberdade e flexibilidade, tem um propósito e direção (precisa e rigorosa). Reforçando a liberdade de experiência, faz algo de definitivo. “A linha é o meio indispensável para tornar visível o que ainda não pode ser visto, por existir apenas na imaginação”.

2.2.3. A forma
A linha descreve uma forma, sendo que existem três formas básicas: o quadrado, o círculo e o triângulo equilátero.
Cada uma das formas básicas possui características específicas, e a cada uma se atribui significados, alguns por associação, outros por vinculação arbitrária, e outros devido a percepções psicológicas e fisiológicas.
Assim, o quadrado está associado ao enfado, honestidade, integridade e perfeição;
O triângulo liga-se a ação, conflito, tensão;
O círculo representa infinitude, proteção.

2.2.4. A direção
As formas básicas expressam três direções visuais elementares:
O quadrado, a horizontal e a vertical;
O triângulo, a diagonal;
O círculo, e a curva.
Cada uma das direções visuais tem um forte significado associativo e é utilizado como uma importante ferramenta para a criação de mensagens visuais.
A referência horizontal – vertical encaminha-nos a um sentido de estabilidade e equilíbrio;
A diagonal possui uma força direcional mais instável;
As forças direcionais curvas têm significados associados a abrangência e à repetição.
2.2.4. O tom
Só nos é possível ver o que é escuro porque está próximo ao que é claro, da mesma forma que só vemos algo que é claro quando existe perto de algo que é escuro.
Quando analisamos os elementos básicos da comunicação visual percebemos que só existe verdadeira luz quando observamos a natureza, pois nas artes gráficas, na pintura, na fotografia e no cinema o que existe é uma simulação do tom natural. Entre a luz e a escuridão na natureza existem centenas de gradações tonais específicas, mas essas gradações são muito mais limitadas nas artes gráficas e na fotografia.

2.2 5. A cor
A cor é um elemento de comunicação visual de grande relevância pois está recheada de informação, o que permite uma impressionante experiência visual.
Cada uma das cores possui significados associativos e simbólicos , permitindo a existência de um vasto leque de significados para o “alfabetismo visual”.
A cor tem três dimensões que podem ser definidas e medidas.
Matiz ou croma, é a cor em si, e existe em número superior a cem. Existem três matizes primários ou elementares:
Amarelo;
Vermelho;
Azul.
Cada um representa qualidades fundamentais.
O amarelo é a cor que se considera mais próxima da luz e do calor;
O vermelho é a mais ativa e emocional;
O azul é passivo e suave;
O amarelo e o vermelho tendem a expandir-se e o azul, a contrair-se.
Quando estas cores são associadas através de misturas é possível a obtenção de novos significados. O vermelho, um matiz provocador, é abrandado ao misturar-se com o azul, e intensificado ao misturar-se com o amarelo. As mesmas mudanças de efeito são obtidas com o amarelo, que se suaviza ao se misturar com o azul.
A segunda dimensão da cor é a saturação, que é a pureza relativa de uma cor. A cor saturada é simples, quase uma característica primitiva e compõe-se dos matrizes primários e secundários. As cores menos saturadas levam a uma neutralidade cromática, e até mesmo à ausência de cor, sendo subtis e repousantes. Quanto mais intensa ou saturada for a coloração de um objecto ou acontecimento visual, mais carregado estará de expressão e emoção.
A terceira dimensão da cor é a cromática. É o brilho relativo, do claro ao escuro, das gradações tonais ou de valor.

2.2.6. A textura
Entre os elementos básicos da comunicação visual a textura é o elemento visual que com frequência serve de substituto para as qualidades de outro sentido, o tato. Na verdade, porém, podemos apreciar e reconhecer a textura tanto através do tato quanto da visão, ou ainda mediante uma combinação de ambos.
É possível que uma textura não apresente qualidades tácteis, mas apenas ópticas, como no caso das linhas de uma página impressa, dos padrões de um determinado tecido ou dos traços sobrepostos de um esboço. Onde há uma textura real, as qualidades táteis e ópticas coexistem, mas de uma forma única e específica, que permite à mão e ao olho uma sensação individual, ainda que projetemos sobre ambos um forte significado associativo.

2.2.6. A escala
Todos os elementos básicos da comunicação visual são capazes de se modificar e se definir uns aos outros através de um processo de escala. O grande não pode existir sem o pequeno.
Em termos de escala, os resultados visuais são relativos, pois estão sujeitos a várias modificações. O que antes era pequeno pode passar a ser grande se existe uma modificação visual no ambiente que o condiciona a tal.

2.2.7. A dimensão
Apesar de a dimensão existir no mundo real, em representações bidimensionais como o desenho, o cinema, a pintura e a fotografia não existe essa dimensão real, sendo esta apenas implícita. A ilusão de dimensão pode ser conseguida através da técnica de perspectiva, em que os seus efeitos podem ser reforçados através da utilização do tom e da enfatização da luz e da sombra.
“A dimensão real é o elemento dominante no desenho industrial, no artesanato, na escultura e na arquitectura, e em qualquer material visual em que se lida com o volume total e real. Esse é um problema de enorme complexidade, e requer capacidade de pré-visualizar e planear em tamanho natural. É essa enorme complexidade de visualização dimensional que exige do criador uma imensa capacidade de apreensão do conjunto. Para a boa compreensão de um problema, a concepção e o planeamento de um material visual tridimensional exige sucessivas etapas, ao longo das quais se possa reflectir e encontrar as soluções possíveis.”

2.2.8. O movimento
O elemento básico da comunicação visual representada pelo movimento encontra-se mais frequentemente implícito do que explícito no modo visual. Enquanto a ilusão de textura parece real devido ao uso de uma intensa ostentação de detalhes, a ilusão de movimento acontece graças ao uso da perspectiva, luz e sombra intensificadas.
O movimento como componente visual é dinâmico, sendo que o objetivo principal da criação de imagens e formas é a materialização do homem.
Todos os elementos básicos de comunicação visual, o ponto, a linha, a forma, a direção, o tom, a cor, a textura, a escala, a dimensão e o movimento são os componentes essenciais dos meios visuais.
É preciso contar com a ajuda de profissionais para criar todos os elementos da comunicação visual de sua empresa e todos os seus materiais de comunicação. Utilize os serviços de uma plataforma de concorrência criativa. Este tipo de plataforma coloca em concorrência vários profissionais para realizar um projeto. No caso da criação de uma identidade institucional, por exemplo, vários redatores e designers enviarão propostas para seu projeto, de acordo com suas exigências.

  1. Conclusão
    No que tange ao tema abordado, concluímos que:
    Códigos Visuais são lidos como a construção da imagem vem sofrendo grandes influências pelos avanços tecnológicos, o que “impossibilita” isolar um paradigma em determinada leitura visual. Esses paradigmas se completam e geralmente são utilizados por profissionais das áreas de comunicação e artes.
    Quase todas as estratégias visuais possuem um oposto, todos eles ligados aos “elementos visuais que resultam na configuração do conteúdo e na elaboração da mensagem”. São as técnicas contrárias que facilitam “uma grande oportunidade de aguçar, graças à utilização do contraste, a obra em que são aplicados”. As técnicas visuais são responsáveis por reforçar o significado de uma composição e “oferecem ao artista e ao leigo os meios mais eficazes de criar e compreender a comunicação visual expressiva, na busca de uma linguagem visual universal”.
    Todos os elementos básicos de comunicação, o ponto, a linha, a forma, a direcção, o tom, a cor, a textura, a escala, a dimensão e o movimento são os componentes essenciais dos meios visuais. Através deles procuramos desenvolver o pensamento e a comunicação visual pois permitem, de uma forma directa e simples, transmitir mensagens que podem ser consumidas por qualquer pessoa que tenha a capacidade de ver.
  2. Referências Bibliografia
    ARNHEIM, Rudolf. Arte e Percepção Visual, São Paulo: Pioneira/EDUSP, 1997.
    BUDNITZ, Paul. I Am Plastic: The Designer Toy Explosion. New York : Abrams, 2006.
    CHING, Francis D. K.; JUROSZEK, Steven P. Desenho para arquitetos. Tradução técnica: Alexandre Salvaterra. Segunda edição. Porto Alegre: Bookman Editora, 2012.
    LESTER, Paul Martin (2006). Visual Communication: Images with Messages. Belmont: CA: Thomson Wadsworth.
    MONTENEGRO, Gildo A. Inteligência Visual e 3-D: compreendendo conceitos básicos da Geometria Espacial. São Paulo: Editora Blucher, 2005.
    PEREIRA, A. Desenho Técnico Básico. Rio de Janeiro: F. Alves, 1990.
    Http//Google.Estudodecodigosvisuais.com
    WWW.Wikipédia.Codigosvisuais.com
    http://www.enciclopédia.comunicaçãovisual.com

Os Ramos das tecnologias de informação e comunicação

Introdução
No presente trabalho recomendado pela docência tem como objectivo de estudo o seguinte tema; Falar dos ramos das Tecnologias de Informação e Comunicação. Por tanto, sabe-se que alguns estudiosos já atestaram que as novas tecnologias surgiram no sentido de aprimorar o conhecimento, tornando-o mais rápido e dinâmico. Contudo, faz-se necessário repensar sobre quais são as mais adequadas e como o uso delas favoreceriam efetivamente o ensino e a aprendizagem de estudantes com deficiência sem se tornar entretenimento ou apenas mais uma forma de modificar a prática docente atingindo significativamente os objetivos propostos.
A Internet é uma das novas tecnologias que vem crescendo e se tornando uma importante fonte de informação, notícia, comércio, serviços, lazer e educação, além de proporcionar novas formas de interação através de suas ferramentas de comunicação. Segundo Santarosa (2000), com a Internet ampliam-se, também, as possibilidades de educação a distância, não somente pelo acesso ao saber e à informação, mas, principalmente, porque potencializa a criação de alternativas metodológicas de intervenção pedagógica, abrindo-se um espaço de oportunidades, essencialmente para as pessoas cujos padrões de aprendizagem não seguem os quadros típicos de desenvolvimento. Para utilizar o computador, os usuários com história de deficiência geralmente utilizam ferramentas e softwares específicos, ferramentas que são conhecidas como tecnologia assistivas.
Dentre elas no que tange ao estudo da Tic’s nestes últimos tempos, tem sido muito importante isto que, ela facilita muto no processo de ensino e aprendizagem no indivíduo. Portanto falar das Tic’s não nos faltam dúvidas que é muito bom e importante, elas ensinam a vida de pesquisa do homem no universo, a facilidade de navegação no mundo.
O Presente trabalho está extruturado de maneira muito perceptível de modo que haja uma compreensão adequada no leitor assim como ouvinte, e propriamente em nós como alunos. O trabalho está de seguinte forma organizada, começando citar a introdução, de seguida o desenvolvimento do conteúdo, e como finalidade a conclusão e Bibliografia.

Os Ramos das Tecnologias de Informação e Comunicação
A ciência da computação é reconhecida por muitos estudiosos como um ramo da engenharia da informação e tem, por sua vez, alguns ramos ou especialidades responsáveis por áreas específicas de informação e como apresentá-la.
Tecnologia da informação e comunicação (TIC) pode ser definida como um conjunto de recursos tecnológicos, utilizados de forma integrada, com um objetivo comum. Os ramos da informática e os mais importantes são; tecnologia da informação, cibernética, robótica, computação, automação de escritório e telemática. De entres esses importarta-nos aprofundar os estudos dos tais.
A tecnologia da informação é a automação dos processos de envio e recebimento de informações. É derivado das informações e palavras automáticas que se referem ao conjunto de tecnologias da informação através do qual um dispositivo pode armazenar informações e compartilhá-las sem intervenção ou com a intervenção de um ser humano. Quanto aos ramos das tecnologias de informação e comunicação encontramos: O computador, Aborática, Robótica, Telemática, Telecomunicação, Controlo e automação.
Informática – Conceito
Informática é um termo usado para descrever o conjunto das ciências relacionadas à coleta, armazenamento, transmissão e processamento de informações em meios digitais, estando incluídas neste grupo: a ciência da computação, os sistemas de informação , a teoria da informação, o processo de cálculo, a análise numérica e os métodos teóricos da representação dos conhecimentos e da modelagem dos problemas. Mas também a informática pode ser entendida como ciência que estuda o conjunto de informações e conhecimentos por meios digitais.
Tecnologia da informação (TI) é o ramo mais importante da computação e refere-se ao uso de qualquer computador, sistema de armazenamento, redes e outros dispositivos mecânicos, meios e métodos para encontrar, resolver, coletar, proteger e trocar todos os tipos e formas de informação electrónica.
A tecnologia da informação contém vários equipamentos físicos, chamados “hardware”. Também inclui ferramentas de virtualização e gerenciamento ou processamento de dados, sistemas operacionais e aplicativos, chamados “software”. Tanto hardware quanto software são usados para executar funções fundamentais, terminais de usuário final, periféricos e software, como laptops, smartphones ou até mesmo equipamentos de gravação, podem ser incluídos no domínio de (TI).
Também pode se referir às arquiteturas, metodologias e regulamentações que governam o uso e armazenamento de dados. As arquiteturas de (TI) evoluíram para incluir virtualização e computação em nuvem, onde os recursos físicos são resumidos e agrupados em diferentes configurações para atender aos requisitos dos aplicativos.
Conceito de Computador
Um computador é um dispositivo eletrônico que se destina a receber e processar dados para a realização de diversas operações . Os computadores são atualmente os dispositivos mais populares e utilizados com a finalidade de realizar as mais diversas atividades tais como o desenvolvimento de conteúdos, comunicar -se com os outros, buscar informações , utilizar diferentes aplicações , e centenas de outras possibilidades.
Tecnicamente , um computador é um conjunto de circuitos e componentes integrados ( entre eles o mais relevante seria o microprocessador ou o cérebro da máquina) que podem executar operações com rapidez, ordem e sistematização em função de uma série de aplicações práticas para o usuário programadas previamente.
Os componentes de um computador são geralmente a CPU ou Unidade Central de Processamento ( contendo todos os elementos operacionais internos , como memória e processador) , monitor, teclado, mouse e outros acessórios como impressora, scanner, webcam, microfone e alto – falantes .
Um exemplo vivo de computação pode ser o mecanismo de pesquisa do Google. A ciência da computação possibilita que uma pessoa que busca determinado termo, conceito ou palavra encontre informações que atendam às suas necessidades.
O Google, através de seus mecanismos de busca, possibilita que a pessoa em frente à tela encontre as informações necessárias em poucos segundos, ao contrário das formas de pesquisa manual que eram usadas antes da era do computador em que elas tinham. do que procurar informações em livros.

A Burotica
Burótica é o ramo das Tecnologias da informática e um escritório, em todas as suas vertentes e em todas as suas capacidades.
Burótica é o conjunto de meios e métodos aplicados às actividades de escritório que tratam informaticamente informações escritas, visuais ou sonoras.
Segundo Rey Magrello oh Hábil define que Burótica é o conjunto de meios e métodos aplicados às actividades de escritório que tratam informaticamente informações escritas, visuais ou sonoras. O termo “burótica” apareceu pela primeira vez em 1976 (como tradução da expressão inglesa “Office automation”), num discurso de Louis Naugès, intitulado “Os sistemas numéricos de informação”. Exemplo de aplicações de Burotica temos; AppleWorks, Corel WordPerfect, IBM/Lotus SmartSuite, Microsoft Office, Sun StarOffice e OpenOffice (“software” livre).
A Burótica é a aplicação de equipamentos informáticos em ambientes de escritório, com vista à realização das tarefas típicas desses ambientes, como a organização de dados, o processamento de texto, a reprodução de documentos, a transmissão e recepção de informação sob diversas formas e a execução de tarefas associadas à Gestão.
A Burótica recorre vulgarmente às redes de computadores e utiliza software apropriado às suas finalidades O objectivo da Burótica é fornecer elementos que simplifiquem, melhorem e automatizem a organização das actividades de uma empresa ou grupo de pessoas (gestão de dados administrativos, sincronização de reuniões, etc).
Já que a organização de uma empresa hoje depende cada vez mais da comunicação, a Burótica não pode significar uma simples tomada de notas manuscritas, mas sim compreender as seguintes actividades:
Troca de informações;
Gestão de documentos administrativos;
Manipulação de dados numéricos;
Planificação e gestão de agenda;
Processamento de texto;
Uma tabela de cálculo;
Instrumento de apresentação (power point);
Uma base de dados e agenda.
Cibernética
A cibernética é o estudo interdisciplinar da estrutura dos sistemas reguladores. [1] A cibernética está estreitamente vinculada à teoria de controle e à teoria geral de sistemas . Tanto nas suas origens como na sua evolução, na segunda metade do século XX, a cibernética é igualmente aplicável aos sistemas físicos e sociais. Os sistemas complexos afetam o seu ambiente externo e logo se adaptam a este. Em termos técnicos, centram-se em funções de controle e comunicação: ambos fenômenos externos e internos do/ao sistema. Esta capacidade é natural nos organismos vivos e tem sido imitada em máquinas e organizações. Presta-se especial atenção à retroalimentação e aos seus conceitos derivados.
Este ramo da ciência da computação refere-se à ciência de fornecer uma solução para um problema específico, relativo à comunicação entre pessoas, animais ou dispositivos.
O principal objetivo da cibernética e a razão pela qual foi criada é estimular a compreensão dos sistemas e torná-los mais eficientes e produtivos com base em uma necessidade recorrente. Devido ao exposto, a cibernética pode ser exemplificada na automação de alguns processos, como o correio de voz de uma chamada telefônica, simulações de qualquer tipo, sistemas adaptativos, inteligência artificial e robótica.
Tudo o que tem um sistema e pode ser melhorado, é o campo da cibernética e seus ramos. O maior expoente da cibernética deste século foi Norbert Wiener, que escreveu um livro chamado “Cibernética” em 1948.
No livro, Wiener expressa que a cibernética é o meio pelo qual as ações são realizadas através de uma transmissão prévia de informações. Dito isso, foi estabelecido que não apenas os sistemas vivos podem fazer uso da cibernética, mas também sistemas não vivos, máquinas. Assim, a partir de agora, a robótica e a inteligência artificial serão exploradas.

A Robótica
Robótica é um ramo educacional e tecnológico que trata de sistemas compostos por partes mecânicas automáticas e controladas por circuitos integrados, tornando sistemas mecânicos motorizados controlados automaticamente por circuitos elétricos.
Cada vez mais as pessoas utilizam os robôs para suas tarefas. Esta tecnologia, hoje adaptada por muitas fábricas e indústrias, tem obtido, de modo geral, êxito em questões como redução de custos, aumento de produtividade e vários problemas trabalhistas com funcionários. Contudo, apesar das vantagens, os robôs acabam trazendo outros problemas específicos, como a demissão de vários funcionários humanos.
Robótica é o ramo da computação que é responsável pelo design, montagem e operação de robôs.
O termo robótica foi popularizado pelo escritor de ficção cientifica Isaac Asimov, no seu livro ” I, Robot ” de 1950. Neste livro, Asimov criou as leis da robótica, que, segundo ele, regeriam os robôs no futuro:
Um robô não pode ferir um ser humano ou, por ócio, permitir que um ser humano sofra algum mal.
Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.
Os robôs são máquinas com um certo grau de inteligência que podem ser programadas para executar tarefas em um nível similar ao dos humanos, a fim de automatizar alguns processos. A robótica tem sido usada há anos para criar robôs que podem executar certas acções em lugares ou situações em que humanos normalmente não podem.
Por exemplo, se um apartamento está prestes a entrar em colapso, é melhor usar um robô que tenha habilidades de resgate do que enviar um resgatador que possa ser ferido ou gravemente ferido. Como os robôs seguem as instruções dos humanos, pode-se entender que a robótica serve como um meio pelo qual um indivíduo se comunica remotamente com o ambiente.
Computação
A computação é o ramo da computação que é orientado para a criação de computadores para atingir um objetivo específico. No caso da calculadora, por exemplo, o objetivo é resolver cálculos matemáticos complexos que levariam muito tempo para serem resolvidos manualmente. A calculadora é uma expressão da computação.
A computação pode ser definida como a busca de uma solução para um problema a partir de entradas ( inputs) e tem seus resultados ( outputs) depois de trabalhada através de um algoritmo. É com isto que lida a teoria da computação, subcampo da ciência da computação e da matemática. Durante milhares de anos, a computação foi executada com caneta e papel, ou com giz e ardósia, ou mentalmente, por vezes com o auxílio de tabelas ou utensílios artesanais.
A computação é a ciência que estuda as técnicas, metodologias e instrumentos computacionais, que automatiza processos e desenvolve soluções baseadas no uso do processamento de dados. Não se restringe apenas ao estudo dos algoritmos, suas aplicações e implementação na forma de software, extrapolando para todo e qualquer conhecimento pautado no computador, que envolve também a telecomunicação, o banco de dados e as aplicações tecnológicas que possibilitam atingir o tratamento de dados de entrada e saída, de forma que se transforme em informação.
A partir da segunda metade do século XX, com o advento dos computadores eletrônicos, a Computação passou a ter uma presença cada vez mais marcante na sociedade, influenciando a vida diária de parte da população mundial. A partir da década de 1950, a Computação ganhou o status de Ciência surgindo então o termo ciência da computação, uma área do conhecimento humano hoje fortemente ligada à produção de software.
Através de algoritmos de computação são criados (sequências matemáticas) que supõem uma ação ou resultado final específico, isto é, a informação dos resultados é pré-carregada, como 2 + 2 é igual a 4. A computação cria tecnologias computacionais, como sistemas operacionais e programas de software, bem como hardware que usa um software específico para executar uma ação. Por exemplo, crie uma placa de vídeo (hardware) e desenvolva o Photoshop (software) para editar uma imagem.

Automação de escritório
A automação de escritório é um ramo que envolve o uso de equipamentos de informática e Softwares para criar, coletar, armazenar, manipular e transmitir digitalmente informações necessárias para a realização de tarefas e cumprimento de objectivos em um escritório ajudando a otimizar automatizar procedimentos administrativos existentes.
Objectivos da Automação
A automação tem como objectivos em;
Redução de Papéis;
Melhoria de Atendimento;
Minimização dos Erros;
Racionalização de processos;
Troca e aproveitamento das Informações;
Obtenção de informações confiáveis actualizadas constantemente;
Agilização na tomada de decisões.
Refere-se à automação dos processos pelos quais as informações são criadas, armazenadas, protegidas e compartilhadas no setor de negócios. O pilar fundamental da automação de escritórios é a rede LAN, através da qual os dados podem ser transferidos de um usuário para outro.
A automação de escritório favorece a velocidade com que as tarefas são realizadas em um escritório, descarta a necessidade de uma equipe grande, usa menos espaço para coletar dados e melhora a criação de documentos de informações vitais por meio de atualizações múltiplas e simultâneas. A espinha dorsal da automação de escritório é a LAN, a qual permite que os usuários transmitam dados, correspondência e até voz através da rede. Todas as tarefas realizadas em um escritório, inclusive ditado, digitação, preenchimento de formulários, cópia, transmissão e recepção de fax e telex, gerenciamento de microfilmes e registros, uso de telefone e PABX recaem nesta categoria. A expressão “automação de escritório” ( office automation em inglês) era uma expressão popular nos anos 1970 e anos 1980, antes que o computador pessoal entrasse em uso.
Controle e Automação
Controle e automação é o ramo das tecnologias de informação e comunicação que se preocupa na concepção de máquinas e sistemas.
Os termos controle e automação já foram ponto de conflito, sobre qual seria o termo mais correto. Automação é um neologismo originado do inglês automation, e refere-se ao uso de máquinas eletromecânicas para facilitar o trabalho do ser humano ou estender sua capacidade física e mental. Controle refere-se ao uso de dispositivos eletrônicos (controladores) que, sem auxílio da ação humana, façam um sistema se comportar da maneira desejada.
Alguns exemplos de sistemas de controle e automação são: robôs industriais, linha de montagem de automóveis, casas inteligentes, caldeiras automáticas, refinarias de petróleo, sistemas de controle de nível em reservatórios, etc. O controle e automação tem como objetivo a concepção de máquinas e sistemas para automatizar processos industriais, ou seja, substituir o esforço físico e mental do ser humano em atividades perigosas, repetitivas ou insalubres. Além disso, busca-se garantir máxima qualidade e eficiência dos processos em geral. Para obter-se a automação de um sistema, é necessário ter uma visão global do processo a ser automatizado e combinar esse conhecimento com os princípios de elétrica, mecânica e computação.
A automação é completa quando toda uma linha de produção funciona do começo ao fim sem a intervenção humana, agindo apenas pela ação das próprias máquinas e controladores.
As etapas para se desenvolver um sistema automático podem ser resumidas da seguinte forma: inicia-se com o reconhecimento de um problema e a modelagem matemática do processo, a partir do qual se analisa o comportamento dinâmico da planta, e então se projeta as máquinas e o controlador eletrônico que fará o sistema evoluir da forma desejada, além de se adaptar a possíveis distúrbios e ruídos externos. Controle significa Controle Automático (isto é, que se move ou age por si, sem operador) de Sistemas físicos quaisquer. Compõe-se de dois grandes campos de conhecimento:
Controle dinâmico de sistemas dinâmicos (representados por equações diferenciais ou de diferenças, pelo menos na variável tempo);
Controle por eventos discretos de sistemas de eventos discretos (representados por modelos lógicos sequenciais).
Telemática
Telemática refere-se à combinação entre telecomunicações e tecnologia da informação. É definido como a emissão, aceitação e coleta de informações entre dois dispositivos móveis (automóvel, celular, GPS, entre outros) que são executados em telecomunicações.
Telemática é a comunicação à distância de um ou mais conjunto de serviços informáticos fornecidos através de uma rede de telecomunicações.
Telemática é o conjunto de tecnologias da informação e da comunicação resultante da junção entre os recursos das telecomunicações (telefonia, satélite, cabo, fibras ópticas etc.) e da informática (computadores, periféricos, softwares e sistemas de redes), que possibilitou o processamento, a compressão, o armazenamento e a comunicação de grandes quantidades de dados (nos formatos texto, imagem e som), em curto prazo de tempo, entre usuários localizados em qualquer ponto do Planeta.
A telemática pode ser definida como a área do conhecimento humano que reúne um conjunto e o produto da adequada combinação das tecnologias associadas à eletrônica, informática e telecomunicações, aplicados aos sistemas de comunicação e sistemas embarcados e que se caracteriza pelo estudo das técnicas para geração, tratamento e transmissão da informação, na qual estão sendo sempre mostradas as características de ambas, porém apresentando novos produtos derivados destas características.

Telecomunicação
As telecomunicações constituem um ramo da engenharia elétrica que contempla o projeto, a implantação, manutenção e controles de redes de sistemas de comunicações (satélites, redes telefônicas, televisivas, emissoras de rádio, Internet etc.). A principal finalidade das telecomunicações é suprir a necessidade humana de se comunicar à distância. É comum o prefixo tele ser omitido e, com isto, usar-se a palavra comunicações.
A prioridade de todas as informações recebidas geram uma resposta do destinatário ou pelo menos uma confirmação de recebimento. Por este motivo, a palavra é sempre grafada no plural : telecomunicações.
Em um sistema de telecomunicações, as informações do emissor são temporariamente convertidas em sinais elétricos (tensões elétricas que variam com o tempo), para que possam trafegar pelo sistema até que cheguem ao destino, onde são novamente convertidas em informações inteligíveis pelo destinatário. Esses sinais elétricos são denominados sinais elétricos da informação. Tais sinais podem ser analógicos ou digitais.
Os sinais analógicos são aqueles gerados por dispositivos transdutores, ou seja, dispositivos elétricos capazes de converter um tipo de energia em outro. Portanto, os transdutores podem ser utilizados para converter informações em sinais analógicos e vice-versa. Exemplo: o microfone é um tipo de dispositivo transdutor.
Foi o físico inglês James Clerk Maxwell quem implementou as bases para o desenvolvimento da telecomunicação, ao introduzir o conceito de onda eletromagnética para descrever através das matemáticas a interação entre a eletricidade e o magnetismo. Posto isto, Maxwell terá afirmado que era possível propagar ondas pelo espaço livre ao utilizar descargas elétricas, algo que viria a ser comprovado por Heinrich Hertz em 1887.
Os sinais digitais são aqueles gerados por dispositivos da eletrônica digital, como é o caso dos circuitos integrados: chips, microprocessadores etc. Dada a sua natureza, os sinais digitais são pulsos elétricos binários, ou seja, bits 0 ou 1, em que “zero” significa “ausência de tensão elétrica” e “um” significa “presença de tensão elétrica”.

Classificação dos sistemas
Os sistemas de telecomunicações podem ser classificados segundo diferentes critérios, a saber:
Quanto ao fim a que se destina
Comercial: quando é administrado por empresa, geralmente privada, que cobra pelos serviços prestados. Exemplo: empresa privada que ofereça serviços de telefonia móvel celular e de acesso à Internet.
Governamental: quando pertence a um órgão governamental e não é utilizado para fins comerciais. Exemplo: sistema de radiocomunicações utilizado pelas polícias.
Privado e Amador: quando pertence a um indivíduo ou grupo de indivíduos e é utilizado para atender aos interesses particulares dessa(s) pessoa(s). Amador quando é utilizado, sem fins lucrativos, para fins de lazer ou de utilidade pública.
Experimental: sistema montado para fins de testes, podendo ou não vir a ser posteriormente disponibilizado para utilização por terceiros.
De pesquisa: sistema cuja finalidade precípua é a obtenção de dados que possuam valor científico.
Quanto à abrangência territorial
Local: quando se restringe a uma área específica, como uma edificação, um bairro ou distrito, ou ainda uma cidade ou município.
Regional: quando engloba uma porção territorial do país, como por exemplo um estado ou conjunto de estados.
Nacional: quando engloba todo o território de um país.
Internacional: quando transcende as fronteiras de um país. É o caso da Internet.
Quanto à utilização
Militar : quando de uso exclusivamente por militares e instituições militares.
Civil: quando de uso exclusivamente por civis e instituições civis.
Dual: quando de uso civil e militar.
Conclusão
Perante a realização do trabalho, podemos concluir que, o estudo dos ramos das tecnologias de informação e comunicação, é um programa só ensino e aprendizagem que merecem muita aderência e atenção, visto que nos dá a intender o quão é bom ter em mente a importância, do uso matérial presente no nosso dia-a-dia. Dado que ao falar sobre o conteúdo do nome computador, aí danos a intender que é uma ferramenta de muita importância, o computador somente que vai trazer as áreas das tecnologias de informação e comunicação que é as Tic’s, passará sendo um elemento chave na vida moderna da informática.
A sociedade têm se desenvolvido segundo às novas tecnologias, acompanhando-as e adaptando-se a elas. Muito se discute sobre as qualidades e defeitos em se viver em uma sociedade tão globalizada, onde o acesso a tecnologia torna-se uma necessidade.
Durante a pesquisa deu para entender os principais ramos das tecnologias de informação e comunicação que podemos encontrar a informática, a computação, a Burotica, a Robótica, o controle e automação, telemática, telecomunicação, e vários dos que mencionados e que cada ciência com sua importância e funcionamento danteo de um computador.
Podemos concluir que a disciplina de TICs nos faz conhecer muito além da nossa realidade, daquele ensino presencial, do papel e livro na mão para fazermos nossas leituras e estudos, e que toda a educação pode se adaptar ao atual cenário globalizado e tecnológico.

Bibliografia
ÁBILA, Fernanda. Novas tecnologias na educação. Revista aprendizagem: Ed melo, ano 4 n°20/2010, pg.35.
ÁVILA, Maribel Chagas de. Internetês: uma anamnese da história da escrita . Dissertação de mestrado UFMT, 2008.
BELLONI, Maria Luiza. O que é Mídia-Educação. 2. Ed. Campinas, São Paulo: Autores Associados, 2005. (Coleção polemica do nosso tempo, 78)
FERREIRO, E. Cultura Escrita e Educação. Porto Alegre: Art Méd, 2000.
FREIRE, P. 1987. Pedagogia do Oprimido. 17ª Ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra.
LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993;
SILVA, Ricardo Vidigal da; NEVES, Ana. Gestão de Empresas na Era do Conhecimento. Lisboa: Serinews Editora, 2003.
FOLQUE, Maria da Assunção. Educação infantil, tecnologia e cultura. Revista pátio educação infantil: Edpenso, ano lx julho/setembro 2011, n°28, pg.9.
WWW.Wikipédia.Estudos//dos//ramos//das//Tic’s.
http://www.enclopédia.Telecomunicação.com

Antropologia Social e Cultural

Evolucionismo e DifusionismoDifusionismo

Introdução
O Presente trabalho recomendado pela docência, tem como tema: O Evolucionismo e o Difusionismo da cadeira de Antropologia Social e Cultural, este trabalho tem como principais focos para desenvolver o ao longo do trabalho os quais acima citado. É sempre muito bom e importante a recomendação de trabalhos, seja de qualquer forma, nos motiva de modo a levar o aprendizado em frente, no entanto falar da antropologia, é quase ato muto importante, visto que aprendemos a conhecer a origem de muitos outros pontos e acontecimentos passados. A Antropologia propriamente dita surge na Europa Ocidental caracterizada pelos avanços da evolução industrial, o que permite a expansão europeia e o surgimento de diferentes correntes preocupadas pelo estudo da cultura de povos do mundo.
As teorias Antropológicas da cultura nos auxiliam no entendimento das mais diferentes formas de manifestação cultural do ser humano no meio em que vive. Dentre as teorias culturais vistas á luz dos antropólogos temos: o Evolucionismo, o Difusionismo, o funcionalismo, o estruturalismo e o culturalismo. Mais neste trabalho desenvolver-se-a os dois primeiros temas sendo; o Evolucionismo e o Difusionismo. Em que merece uma atenção clara e melhor para a compreensão exata. Sabe-se que as teorias evolucionistas apresentam como ponto principal a defesa de que os organismos do planeta sofrem modificações ao longo do tempo, não sendo, portanto, imutáveis.
O presente trabalho está organizado de forma perceptível ao leitos, no que tange ao objetivo que se pretende chegar. Como tal, está assim organizado iniciando na parte introdução, o desenvolvimento do trabalho, e duas formas mais claras a conclusão e referências Bibliográficas, que diz respeito às fontes do trabalho.

  1. Teorias Antropológicas
    Várias concepções sobre a cultura foram formuladas no decurso desta disciplina. Deste modo destacam-se quatro escolas principais, a saber: O Evolucionismo, Difusionismos, Difusionismo, Funcionismo e Estruturalismo.
    1.1. O Evolucionismo
    Evolucionismo – é uma teoria que defende o processo de evolução das espécies de seres vivos, através de modificações lentas e progressivas consoantes ao ambiente em que habitam. Também podemos dizer que o evolucionismo é uma teoria elaborada e desenvolvida por diversos cientistas para explicar as alterações sofridas pelas diversas espécies de seres vivos ao longo do tempo, em sua relação com o meio ambiente onde elas habitam.
    O Evolucionismo surgiu por volta de 1850, e tem como base a ideia de que as características das espécies passam por seleção ao longo das gerações. Essas características não são escolhidas por acaso, mas sim por conseguirem sobreviver ao meio
    O Evolucionismo teve o seu início na antiguidade clássica e o seu apogeu notabilizou-se com Clarles Darwin ao publicar em 1859 a sua obra “A origem das Espécies”. Darwin elaborou sua principal obra a partir de uma pesquisa realizada em várias partes do mundo, após uma viagem de circum-navegação ocorrida entre 1831 e 1836, coordenada pelo Almirantado britânico. Nessa viagem, o cientista inglês pôde perceber como diversas espécies aparentadas possuíam características distintas, dependendo do local em que eram encontradas.
    O Darwinismo privilegiava as colturas como o ponto máximo da evolução e as sociedades aborígenas eram tidas como as mais primitivas. Darwin pôde perceber ainda que entre espécies extintas e espécies presentes no meio ambiente havia características comuns. Isso o levou a afirmar que havia um caráter mutável entre as espécies, e não uma característica imutável como antes era comum entender. As espécies não existem da mesma forma ao longo do tempo, elas evoluem durante a evolução nisso elas transmitem geneticamente essas mudanças, às gerações posteriores.
    Entretanto, para Darwin, evoluir é mudar biologicamente (e não necessariamente se tornar melhor), e as mudanças geralmente ocorrem para que exista uma adaptação das espécies ao meio ambiente em que vivem. A esse processo de mudança em consonância com o meio ambiente Charles Darwin deu o nome de “seleção natural”.
    No período de construção, a maior preocupação era a descoberta de leis gerais do progresso humano e da evolução cultural do homem (Evolucionismo Cultura). Em 1871 Edward Taylor publica a obra “Primitive Culture” para explicar o desenvolvimento da práctica religiosa. Em 1878, Lewis Morgan publicar a obra “Ancienty Society” para explicar a organização social. James Frazer defende que a sociedade passa por três estádios:
    A Magia;
    A Religião;
    A Ciência.
    1.2. Características Gerais do Evolucionismo
    Dentre as características do Evolucionismo nos leva a destacar as seguintes;
    O estudo da cultura como fenómeno próprio do ser humano e por isso há necessidade de explicar os aspectos comuns de todos fenómenos (amplitude do objecto de estudo);
    A criação de um tempo novo – tempo cultural;
    Uso alargado do método comparativo embora sem rigor.
    1.3. O Evolucionismo Cultural
    Evolução Cultural – é um termo-valise para teorias de evolução cultural e evolução social, descrevendo como culturas e sociedades se desenvolveram através do tempo. Embora tais teorias tipicamente forneçam modelos para a compreensão do relacionamento entre tecnologias, estrutura social, valores da sociedade, e como e por que eles mudam com o tempo, variam quanto à descrição dos mecanismos específicos de variação e mudança social.
    Na visão dos autores clássicos da época Morgan, Tylor e Frazer, que apesar das divergências eles tendiam a uma certa medida a um ponto em comum, não acreditavam que a idéia de evolução como explicação para a diversidade cultural humana era decorrência direta da evolução biológica de Charles Darwin, onde através da teoria da “Seleção Natural” sobreviveriam os mais fortes, para eles a diversidade cultural não era um processo de evolução biológico.
    Segundo a visão de Da Matta, as características principais do evolucionismo são:
    1ª. As sociedades humanas devem ser comparadas entre si por meio dos seus costumes, mas os costumes definidos pelo investigador e não situados lado a lado de modo horizontal. Os costumes eram vistos fora de seus contextos, e não como peças de sistema de relações sociais e de valores;
    2ª. Os costumes têm uma origem, uma substância, uma individualidade e um fim que é o do europeu;
    3ª. As sociedades se desenvolvem de modo linear, irreversivelmente;
    4ª. A sociedade que é diferente e estranha a minha, mas que no entanto é contemporânea, é uma sociedade que já passei.
    A primeira corrente teórica que propriamente pode ser chamada de antropológica, é o evolucionismo cultural que pressupunha uma unidade psíquica do ser humano. Com esse pressuposto, todos os povos passariam unilinearmente por estágios de desenvolvimento sociocultural semelhantes, do mais primitivo modo de vida ao mais complexo. Desse modo, seria possível conhecer o passado da humanidade bastando investigar os povos mais “primitivos”. Enquanto a teoria biológica de Darwin não levava a processos unilineares, e sim a multiplicidade, as idéias de Spencer levava todas as sociedades a uma única escala evolutiva ascendente, sendo a marca do evolucionismo cultural a linearidade.
    1.4. Evolucionismo Social
    Evolucionismo social – refere-se às teorias antropológicas e econômicas de desenvolvimento social segundo as quais acredita-se que as sociedades têm início em um estado primitivo e gradualmente tornam-se mais civilizadas com o passar do tempo.
    Também pode-se dizer que o Evolucionismo social, é resultante de uma aplicação do evolucionismo biológico ao nível de estruturação das sociedades humanas, é uma teoria onde as sociedades são julgadas pelo seu nível de progresso, de desenvolvimento. Fazendo assim com que a sociedade mais “evoluída” se torne a sociedade do “eu” e a outra, exatamente assim, a do “outro”. E, portanto, a mais importante, a de mais valor para ser estudada é a mais avançada.
    O Evolucionismo social, mais precisamente o evolucionismo cultural, é uma teoria criada por Edward Burnett Tylor, Lewis Henry Morgan e Herbert Spencer. O evolucionismo social representou uma tentativa de formalizar o pensamento social com linhas científicas modeladas conforme a teoria biológica da evolução. Se organismos podem se desenvolver com o passar do tempo de acordo com leis compreensíveis e deterministas, parece então razoável que sociedades também o podem. Isso marca o início da antropologia como disciplina científica e uma despedida das tradicionais visões religiosas de culturas “primitivas”.
    1.5. Teorias evolucionistas
    As teorias evolucionistas apresentam como ponto principal a defesa de que os organismos do planeta sofrem modificações ao longo do tempo, não sendo, portanto, imutáveis. Até o século XVIII era bem defendida a ideia do fixismo, ou seja, que os indivíduos foram criados e não sofreram modificação através do tempo, apresentando as mesmas características desde a sua criação até os dias atuais. Entretanto, com o conhecimento dos fósseis e o desenvolvimento da anatomia e embriologia, surgiram as teorias evolucionistas, que defendiam que os organismos sofriam mudanças ao longo do tempo.
    Essas mudanças podem ser vistas, por exemplo, em fósseis (Indícios de animais ou vegetais viventes no passado) de organismos que hoje não são encontrados na terra, mas que possuem grandes semelhanças com organismos atuais. Todas as teorias evolutivas existentes falam em mudança, diferenciando-se apenas sobre a forma como essas mudanças ocorreram. As principais teorias evolutivas são;
    O Lamarkismo;
    O Darwinismo;
    O Neodarwinismo.
    1.5.1. O Lamarckismo
    Uma das primeiras teorias que explicaram a evolução dos seres vivos foi a proposta por Jean-Baptiste Lamack (1744-1829). Para explicar a evolução, ele sugeriu duas leis: a lei do uso e desuso e a lei dos caracteres adquiridos. A lei do uso e desuso explica que, quando um organismo utiliza muito determinada parte do corpo, essa parte desenvolve-se mais que outras e aquelas que não são utilizadas atrofiam-se. A lei da herança dos caracteres adquiridos, por sua vez, afirma que características adquiridas durante a vida podem ser transmitidas aos descendentes.
    1.5.2. O Darwinismo
    O Darwinismo reúne as ideias evolucionistas propostas por Charles Darwin (1809-1882). Segundo esse pesquisador, as espécies modificam-se ao longo do tempo em virtude da seleção natural. Para ele, os organismos vivem em uma luta constante pela sobrevivência e apenas aqueles mais aptos são capazes de sobreviver, reproduzir-se e passar as características vantajosas para seus descendentes.
    A teoria elaborada por Charles Darwin causou grande polêmica no meio científico. Isso mesmo tendo existido antes dele cientistas que já afirmavam que toda a alteração no mundo orgânico, bem como no mundo inorgânico, é o resultado de uma lei, e não uma intervenção miraculosa, como escreveu o naturalista francês Jean-Baptiste de Lamark (1744-1829).
    Havia ainda à época uma noção de que as espécies tinham suas características fixadas desde o início de sua existência, não havendo o caráter de mudança não divina apontada pelo cientista inglês. Tal concepção era fortemente influenciada pela filosofia religiosa cristã, da criação por Deus de todos os seres vivos desde o início do mundo. Até Charles Darwin teve suas convicções religiosas abaladas com os resultados de suas pesquisas, o que o levou a se recusar a apresentá-los por cerca de vinte anos.
    1.5.3. Neodarwinismo ou teoria sintética da evolução
    O neodarwinismo é uma teoria criada com a contribuição de vários pesquisadores para explicar os fatores que Darwin não compreendia quando apresentou sua famosa teoria. Em outras palavras, dizemos que o neodarwinismo consiste na teoria da seleção natural acrescida dos conhecimentos genéticos adquiridos posteriormente. Assim sendo, o neodarwinismo incorpora a ideia de mutação e recombinação genética.

1.6. Principais Temas do Evolucionismo
Quanto aos temas principais do Evolucionismo, encontram-se: Instituições Religiosas, Familiares, Instituições Jurídicas, e Aspectos de Cultura Matérial.

  1. O Difusionismo
    Difusionismo – é a teoria que trata do desenvolvimento de culturas e tecnologias, particularmente na história antiga. A teoria sustenta que uma determinada inovação foi iniciada numa cultura específica, para só então ser difundida de várias maneiras a partir desse ponto inicial.
    De outra, o Difusionismo é conceituado como sendo uma teoria etnológica segundo a qual as diferentes culturas humanas teriam vindo todas de uma cultura inicial que se teria espalhado pouco a pouco. Está escola valoriza a compreensão natural da cultura, em termos de origem, extensão de uma sociedade. O mecanismo fundamental de evolução da cultura é o empréstimo cultural.
    O Evolucionismo se opõe ao Difusionismo e foi sustentado por três escolas diferentes, a escola britânica, Difunismo alemão e Difusionismo norte-americano.
    De acordo com o difusionismo, presume-se que uma inovação maior (como por exemplo, a invenção da roda) tenha sido criada num tempo e local particular para então ser passada para populações vizinhas através de imitação, negociação, conquista militar ou outras maneiras. Dessa forma, a inovação irradia lentamente de seu ponto de partida.
    A teoria pode ser aplicada a temas artísticos, crenças religiosas ou qualquer outro aspecto da cultura humana. Esse método tem sido usado para investigar inovações, traçando rotas até presumidos pontos de partida, localizando assim sua origem em culturas distintas e mapeando a história de sua difusão.
  2. Origem do Difusionismo
    O difusionismo era popular no início do século XIX. Havia dois centros principais da Teoria Difusionista, uma britânica e uma alemã. A escola Alemã foi conduzida pelo padre Wilhelm Schmidt e Fritz Graebner, acreditavam que traços culturais difundiam-se em círculos para outras regiões e pessoas através de centros culturais variados. Esses círculos culturais eram chamados de ‘Kulturkreise’. Na versão britânica do Difusionismo existia apenas um centro cultural (difusão heliocêntrica), do qual todos os traços culturais eram difundidos. O centro cultural era o Egito Antigo. Os principais proponentes dessa teoria foram G. Elliot Smith e William J. Perry, ambos estudaram o Egito Antigo intensivamente, resultando na sua crença que o Egito era o único centro cultural. Ambos grupos afirmavam que povos que não possuíam traços que podiam ser considerados civilizados haviam degenerado e os perdido.
    Esta teoria que trata do desenvolvimento de tecnologias e culturas sustenta que certas inovações provêm de uma cultura específica, para depois serem difundidas das mais diversas formas deste ponto inicial.
    Existe no difusionismo uma dificuldade, certas vezes extrema, para provar que uma inovação teve um único ponto de partida, pois muitas criações e ideias podem ser descobertas ou evoluir independentemente. No entanto a difusão cultural é fato na história geral e talvez o melhor modelo para arqueologicamente falando, associar e explicar.
    No entanto a difusão cultural e tecnológica é fato indubitável tanto na história antiga como na moderna. A hipótese difusiva é frequentemente o melhor modelo para explicar e associar dados arqueológicos.
    Alguns conceitos do difusionismo são importantes ainda hoje. O conceito de difusão explica como alguns traços culturais são adquiridos ou espalhados. O difusionismo ajuda a explicar a aculturação, mas não é capaz de explicar todos os aspectos culturais como os primeiros difusionistas acreditavam. Existem exemplos de culturas em contato próximo que não partilham muitos traços.
    Todavia, o difusionismo é uma teoria problemática por várias razões, é difícil demonstrar que uma inovação teve um ponto de partida único. Muitas invenções e ideias culturais podem ter sido descobertas ou ter evoluído independentemente.
    Adaptações a necessidades humanas e sociais podem facilmente tomar formas similares em diversas culturas, caso sejam a melhor solução possível para problemas similares.
  3. Tipos de Difusionismo
    4.1. Difusionismo Inglês
    O difusionismo Inglês surgi na segunda década do século XX. O seu representante mais importante foi Grafton Elliot Smith (1871-1937), anatomista, antropólogo e Egiptólogo, de origem Inglês nascido na Austrália. Desenvolveu a teoria da difusão do Egipto Faraónico, apresenta nas suas obras nomeadamente:
    A migração das culturas;
    O antigo Egipto e as origens da civilização.
    Está corrente defende que a difusão é o principal motor da dinâmica cultural. A cultura de todo o mundo é basicamente a mesma. Os defensores desta escola, consideram o Egipto como sendo a origem de todas as civilizações (cfr. Martinez 2001: p 88). Está escola caracteriza-se pelo uso de métodos históricos, porém é muito superficial e não se baseam em conhecimentos aprofundados. Os principais defensores são: Grafton, Smith e James Perry.
    Para esta escola, a cultura de todo mundo moderno era basicamente a mesma por conta da difusão da teoria Pan-Egipcia, e ficou conhecida por seu método pouco científico e por sua especulação fantasiosa. O método histórico definido por esta escola é aceitável, pois, admite-se mas não como única explicação das semelhanças entre as cultuaras.

4.2.1 Difusionismo Alemão
Os principais expoentes do difusisionismo Alemão também conhecido por escola histórico-cultural de Viena são:
Ratzel (1844-1904), Antropólogo e Geógrafo Alemão iniciador do estudo da distribuição mundial dos elementos culturais e individuais, resultou a importância da difusão dos empréstimos culturais, no desenvolvimento e mudanças das culturas. Ele foi inovador dos estudos Antropológicos, antecipando o uso do conceito área cultural;
Fritz Graebner (1877-1934), Antropólogo alemão, definiu o conceito de círculo cultural;
Wilhem Schmidt (1868-1954), foi um missionário e antropólogo alemão, iniciou a teoria círculo cultural, explicando que a cultura de um povo é um conjunto estratificado e correlativo de elementos que evolucionam ao contacto com outros povos.
O difusionismo alemão distingue-se do difusionismo inglês, pela utilização metodológico de informações seguras. Na análise dos traços culturais semelhantes dá-se maior importância às formas menos importantes, em alguns pontos esta escola aproxima-se do evolucionismo:
O objecto de estudo da antropologia é a cultura universal;
As pesquisas fundamentalmente fazem-se nos escritórios, pelo que o trabalho do campo é mínimo;
Ainda pode-se falar de antropologia colonial, pois continua em dependência do expansionismo colonial (o pensamento antropológico em dependência do expansionismo imperialismo).

4.2.2. Difusionismo norte-americano
O difusionismo norte – americano criticou as teorias apriorísticas do evolucionismo e do difusionismo, sublinhando que toda hipótese deve-se verificar com dados etnográficos certo, no seu método histórico o objecto em estudo é a cultura na sua singularidade, os representante do difusionismo norte-americano são destacados:
Alifred Louis Kroeber (1876-1960), antropólogo norte-americano, discípulo de Boas;
Clark Wissler (1870-1947);
Paul Radin 91883-1978);
Sapir, Ruth Benedit (1887-1948) e Margaret Mead (1901-1978).
Franz Boas (1858-1942) é o mais representativo do difusionismo norte-americano, antropólogo e linguista norte-americano da origem alemã. Ele preocupou-se nos estudos sobre usos e, costumes dos povos indígenas da América do Norte. No seu método histórico o objecto em estudo é a cultura na sua singularidade, destacam-se as seguintes obras: os limites do método comparativo a mente do homem primitivo e raça, língua e cultura.
Tendo como objecto a cultura universal, a principal particularidade foi de ter optado pelo estudo de áreas culturais muito pequenas, por considerar a cultura complexa e ser consoante eles difícil de conhecê-la totalmente. O trabalho do campo foi pouco privilegiado, alias tal como ocorria com outras escolas. Esta corrente de pensamento restringe-se no estudo de áreas delimitadas e pequenas tornando a indagação mais fácil e viável.
A cultura é tida como um campo muito complexo do qual não é possível ter um conhecimento total e universal sobre ela. Prefere-se o estudo de áreas delimitadas e pequenas. Há ainda preferências pelos trabalhos de campos privilegiados.

  1. Conclusão
    No processo congruente a realização do presente trabalho, e com o conteúdo, conclui que o conhecimento da história da antropologia permite-nos localizar as principais abordagens teóricas e a sistematização do nosso saber. A antropologia tem suas raízes na antiguidade clássica com as poesias, e suas reflexões pre- socráticas sobre a influência da sociedade sobre o comportamento do indivíduo no mundo em que se encontra.
    No decurso destas ciências vimos que muitas ciências foram criadas para refletir sobre o desenvolvimento e evolução da cultura. Dessas teorias salientam-se o Evolucionismo o Difusionismo (idem).
    Dado que o evolucionismo e Difusionismo estudam a cultura a partir da sua origem. Actualmente a antropologia serve para nos aproximar da nossa identidade cultural num mundo globalizado, onde as culturas se expandem e se disseminam, a cultura, exige um todo harmonioso, uma configuração, um gênio, um estilo de ser que dirige e conforma o comportamento de todos os membros desta cultura. A cultura é classificada em tipo apolíneo; corresponde aquelas culturas extrovertidas, acentuando formas externas de comportamento, ritualistas, conformistas, desconfiadas do individualismo, evitando excessos. Portanto é muito importante, relevar a antropologia na sociedade em que vivemos para dar a intender o que na verdade se contenha no nosso dia-a-dia.
  2. Bibliografia
    Antropologia, Disponível na internet [online] via URL WWW.Wikipédia/antropologia. teorias, acessado em 17/11/2012.
    Antropologia Cultural, Disponível na internet [online] via WWW.Google.Antropologia Cultural.estudos.com
    BERNARDI, B. Introdução aos estudos etno-antropológicos. Lisboa, 1978.
    DARCY, R. Os estudos de antropologia da civilização por Estevão Palitot em UFPB. Visitado em 6 de novembro de 2007.
    MARTINEZ, L. Antropologia Cultural. Guia para o estudo. 3ª ed. Maputo, 2001.
    NUNES, F. Antropologia. Disponível na internet [online] via WWW.4shared.com acessado em 17/07/2012.
    SISTEMAS, S. – A teoria sociológica de Niklas Luhmann Disponível na internet [online via WWW.enciclopédia.estudos.com.

Algoritmos TIC

Indices
Introdução 2
ALGORITMO 3
Pessoas importantes na ciência da Computação 3
História do Algoritmo 3
CARACTERISTICAS 4
FORMAS DE REPRESENTACAO 4
Descrição Narrativa 5
Fluxograma 5
Vantagens de fluxograma 5
Desvantagem do fluxograma 5
Pseudocómicos 5
Vantagem do pseudocódigo 6
Desvantagens 6
LINGUAGEM DE PROGRAMACAO 6
Classificação das linguagens de programação 7
Linguagem de baixo nível 7
Linguagem de alto nível 7
LINGUAGEM PASCAL 8
CONCLUSÃO 9
BIBLIOGRAFIA 10

Introdução
É neste âmbito que surge mais uma obra didáctica que pretende já ser introduzido mais um tema nesta incursão pelas entranhas das Tecnologia de Informação e comunicação, depois das excursões feitas nos temas anteriores. Agora é o momento de dar mais um passo importante no mundo das TIC, onde passaremos a abordar o algoritmo como o tema desta obra, em desenvolvimento do mesmo onde culminaremos a deambular nas descrições naturais, diagramas e linguagens. Começamos em boas mãos de obra. Obrigado!

ALGORITMO
Se recorrermos em conhecer os conceitos do algoritmo veremos que são vários os conceitos do algoritmo. Podemos definir o algoritmo como sendo, um conjunto finito de regras que prove uma sequência de operações para resolver um tipo de problema especifico, ou como sendo sequencia ordenada, e não ambígua, de pessoas que levam a solução de um dado problema. Também podemos definir segundo o Tramblay que diz o algoritmo é um processo de calculo ou de resolução de um grupo de problemas semelhantes, em que se estipulam, com generalidade e restrições, as regras formais para a obtenção do resultado ou da solução do problema.
E ainda, segundo Knuth, o termo algoritmo é derivado do nome de um matemático persa do século IX, chamado Abu Jafar Maomé ibn Musa al-khowarinzm (1825).
Portanto um algoritmo pode ser definido como uma sequência finita de pessoas (instruções) para resolver um determinado problema. Sempre que desenvolvemos um algoritmo estamos a estabelecer um padrão de comportamento que devera ser seguido (uma norma de execução de acções) para alcançar o resultado de um problema.
Mas atenção, algoritmo não é a solução do problema, pois, se assim fosse cada problema teria um único algoritmo. O algoritmo é um caminho para a resolução de um problema, e, em geral, os caminhos que levam a uma solução são muitos. A solução é obtida por meio da execução do algoritmo seja mentalmente, ou manualmente usando lápis papel ou por meio do computador.
Pessoas importantes na ciência da Computação
Algumas pessoas importantes para a ciência da computação disseram a respeito do algoritmo:
KNUTH – professor da universidade de stanford, a outro da colecção “the art of computer programming: A noção de algoritmo é básica para toda a programação de computadores.
WIRTH- professor da universidade de Zurique, autor de diversos livros da área irresponsáveis pela criação de linguagens de programação como Algol, pascal e modula-2: o conceito central da programação e da ciência da computação é o conceito de algoritmo.
Portanto, a importância do algoritmo esta no facto de termos de especificar uma sequencia de pessoas lógicos para que o computador possa executar uma tarefa qualquer, pois o mesmo por se só não tem vontade própria, faz apenas o que mandamos. Com uma ferramenta algorítmica, podemos conceber uma solução par um dado problema, independente de uma linguagem especifica e até mesmo do próprio computador.
História do Algoritmo
O uso de algoritmos é quase tão antigo quanto a matemática, embora com o passar do tempo a própria matemática se tenha esquecido dele. Porem, com o advento das maquinas de calcular e, mais tarde dos computadores, o uso de algoritmos ressurgiu com grande vigor, como uma forma de indicar o caminho para solução dos mais variado problemas desde os mais simples do nosso dia a dia aos mais complexos. Por exemplo, a maneira como uma pessoa toma banho é um algoritmo frequentemente encontrados são:
Instrução para se utilizar um aparelho electrodoméstico.
Uma receita para preparar algum prato.
Guia de preenchimento para declaração de um imposto como IRPS.
A maneira como as contas de água, luz e telefone são calculadas mensalmente, etc.
CARACTERISTICAS
Todo algoritmo deve apresentar algumas características básicas como:
Ter fim.
Não dar margem a dupla interpretação (não ambíguo)
Capacidade de receber dados de entrada do mundo exterior.
Poder gerar informações de saída para o mundo externo ao do ambiente do algoritmo.
Ser efectivo (todas as etapas especificadas no algoritmo devem ser alcançáveis em um tempo finito).
Um algoritmo quando programado num computador é constituído por pelo menos três partes, que podem ser:
Entrada de dados
Processamentos de dados.
Saída de dados.
FORMAS DE REPRESENTACAO
Ao longo dos anos surgiram muitas formas de representação dos algoritmos, algumas utilizando linguagens semelhantes as linguagens de programação, ou as próprias linguagens de programação e outras utilizando formas gráficas de representação dos algoritmos. Porem, não há um consenso em relação a melhor. Dentre as formas de representação, nos últimos anos, deu-se acentuada preferências por formas estruturadas, cuja principal vantagem é a de facilitar a legibilidade de compreensão dos algoritmo.
Dentre as formas de representação de algoritmos mais conhecidas sobressaltam:
A discrição narrativa.
O fluxograma convencional
Pseudocodigo, também conhecido como linguagem estruturada.

Descrição Narrativa
Forma em que os algoritmos são expressos directamente em linguagem natural, podendo-se fazer uso do português para descreve-los.
Exemplo: receita de bolo
Providencia manteiga, ovos,2kg de massa, etc.
Misture os ingredientes.
Despeje a mistura em forma de bolo.
Leve a forma ao forno.
Espere 20 minutos.
Retire a forma do forno.
Deixe esfriar.
Prove.
Esta representação é pouco aplicada na pratica porque o uso da linguagem natural muitas vezes da oportunidade a más interpretações, ambiguidade e imprecisões. Por exemplo, logo no exemplo anterior, não se diz que quantidade de manteiga, e nem de ovos.
Fluxograma
É uma representação gráfica de algoritmos em formas geométricas diferentes implicam acções (instruções, comandos) distintas. Tal propriedade facilita o entendimento das ideias contidas nos algoritmos.
Vantagens de fluxograma
Uma das ferramentas mais conhecidas.
Figuras dizem muito mas que palavras
Padrão mundial
Desvantagem do fluxograma
Pouca atenção aos dados, não oferecendo recursos para descreve-los ou representa-los.
Complica-se medida que o algoritmo cresce.
Pseudocómicos
Forma de representação de algoritmo que se assemelha muito ao modo com os programas escritos. Esta forma de representação permite que os algoritmos neles representados possam ser traduzidos, quase se directamente, para uma linguagem de programação.
Um pseudocómico começa com a indicação inicio e termina com o termo fim. Entre ambos seguir-se-ão os passos necessários para a resolução do problema. É boa pratica que em programação que o conjunto de delações sejam estruturados (utilizando um pequeno avanço), por forma que, com um olhar rápido, nos [apercebemos da estrutura do programa.
Exemplo: soma de dois números reias lidos a partir do teclado
Inicio
Reias: x, y, z
Apresenta < introduza o valor de x->
Apresenta
Ler y
Z = x + y
Apresta a soma de x com y = z
Fim
Vantagem do pseudocódigo
Pode se usar o português como base.
Pode se definir quais e como os dados estarão estruturados.
Passagem quase imediata de algoritmo para uma linguagem de programação qualquer.
Desvantagens
Exige a definição de uma linguagem não real para o trabalho.
Não padronizado
LINGUAGEM DE PROGRAMACAO
É uma notação formal para a descrição de algoritmos que serão executados por um computador. Quer dizer o objectivo da programação é a codificação de algoritmos, listas de estraçoes que especificam uma sequência de operações que resolvam uma sertã questão.
Agora, como todas as notações formais, uma linguagem de programação tem dois componentes: sintaxe e semântica. A sintaxe consiste num conjunto de regras formais, que especificam as composições dos programas, a partir de letras, dígitos e outros símbolos, por exemplo, regras de sintaxe pode especificar que cada parênteses aberto numa expressão aritmética deve corresponder a um parênteses fechado, e que dois comandos quaisquer devem ser separados por um ponto e vírgula.
As regras de semântica especificam o “significado’’ de qualquer programa, sintaticamente valido, escrito na linguagem.
Linguagem de programação = símbolo+ Regras de sintaxe
Classificação das linguagens de programação
Genericamente, as linguagens de programação dividem-se em dois grandes grupos.
Linguagem de baixo nível.
Linguagem de alto nível.
Linguagem de baixo nível
Tudo o que computador faz e executado sob as ordens de um programa é que a única linguagem que ele intende é a dos bits (10ª classe). Esta língua consiste na representação dos dados por sequência de zeros e uns, que desencadeiam determinadas acções no processador; por isso, esta linguagem é conhecida por linguagem máquina.
As linguagens baseadas em código máquina designam-se por linguagens de baixo nível, pós elas encontram-se ao nível do hardware e são executadas directamente pela CPU obedecendo as instruções que contem um código de operação e um ou mais endereços de memoria. Estas linguagens são pouco práticas.
Linguagem de alto nível
Permitem a programação através de comandos com palavras da linguagem inglesa.
Através destes comandos possibilitou-se que fossem criados estruturas de dados e descritos procedimentos lógicos para a solução de tarefas com mais facilidade. Dentro das linguagens de alto nível podemos encontrar diferentes paradigmas de programação.
Do acima exposto resulta que qualquer linguagem de programação deve estar situada entre dois estremos: o da linguagem natural do homem (muito clara, porem lenta) e o da linguagem de máquina (muito rápida, porem complexa). Este é o conceito de nível de linguagem: alto nível para as linguagens mais próximas da linguagem humana; baixo nível para as linguagens mais semelhante a linguagem de máquina.

LINGUAGEM PASCAL
Foi criada no inicio da década de 70 pelo prof. Niklaus Wirth da universidade de Zurique, na Suíça. O objectivo era desenvolver uma linguagem de programação disciplinada para ensinar a programação estruturada. Portanto, o Pascal foi desenvolvendo para ser uma ferramenta educacional. Foi baptizada pelo seu idealizador em homenagem ao grande matemático Blaise Pascal, filosofo e matemático francês que viveu entre 1623 e 1662, e inventor de uma das primeiras máquinas lógicas conhecidas.
Apesar do seu propósito inicial o pascal começou a ser usado por programadores de outras linguagens, tornando-se para surpresa do próprio Niklaus, um produto comercial. Contudo, somente ao final de 1983 é que a empresa americana Borland international lançou o Turbo Pascal.

CONCLUSÃO
Chegando a recta final do nosso trabalho que cujo tema apresentado no inicio de desenvolvido em prol do mesmo, na sua abordagem foi explícito em detalhes por cada subtítulo. Portanto já vimos que durante o trabalho esclarece que um algoritmo pode ser definido como uma sequência finita de pessoas para resolver um determinado problema. Também dito que sempre que desenvolvemos um algoritmo estamos a estabelecer um padrão de comportamento que devera ser seguido uma norma de execução de acções para alcançar o resultado de um problema.

BIBLIOGRAFIA
SINGO Félix/2002. Programação em VB6 TIC 12ª classe.
WebSite da cadeira do projecto de sistemas de informação, do departamento de informática da faculdade de ciências da universidade de Lisboa.
http://www.si.di.fc.ul.pt/psi.programacaoempascal1989